Ontem chamei a galera do WEREWOLF lá pra casa para uma partida amistosa de HALO 3 (se é que isso existe). Infelizmente, depois de 10 minutos de jogo, o 360 da pau. O famigerado 3RL. Depois de proferir todas as infâmias e blasfêmias que conheço, a galera deu a idéia: bora pegar um dos teus jogos.
Pô, ainda bem que cardgame e tabuleiro não tem dessas merdas.
Como o pessoal é, tb, jogador de MAGIC das antigas, coloquei o DOMINION em mesa. O começo foi meio complicado. Demorou um pouco para que eles pegassem o esquema do jogo, mas o resultado não poderia ter sido outro: geral gostou. E com uma vitória inesperada do Eduardo, com 38 pontos, que veio comendo pelas beiradas e ninguém notou a quantidade de pontos de vitória que ele comprou ao longo da partida. Fiquei em segundo com 30 pontos. Ciro em terceiro e Chico em quarto.
Depois, como o Bráulio já estava esperando há algum tempo, guardei o DOMINION e abri um ESCALATION, que já caiu no gosto da galera . Chico e Ciro ainda não conheciam, mas também gostaram. O que deveria ter sido uma partida de saideira, acabou se extendendo por 5 partidas, com vitórias do Eduardo, do Chico e do Bráulio. Apenas o Ciro e eu não faturamos nada desta vez.
Blog carioca voltado à difusão da atividade lúdica com resenhas, reports, impressões e demais objetos conexos.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
23º Castelo das Peças - edição de aniversário
Lembro a todos de que no final de semana que vem acontecerá a edição de aniversário do CASTELO DAS PEÇAS, tradicional evento lúdico carioca, sob a tutela de nosso querido Alexander.
Abaixo, seguem as informações extraídas do site do evento:
Dia 26 e 27 de setembro vai acontecer a próxima edição do Castelo das Peças no SESC Copacabana, será a edição de aniversário e vai ser no sabado e no domingo,
Para quem ainda não foi ou ainda não conhece, o Castelo das Peças é um evento de jogos de tabuleiro, wargames, card games e jogos de miniatura.
O SESC Copacabana fica na Rua Domingos Ferreira 160 5o andar e o horário nos dias vai ser de 10h00 até 18h00
Lembrando que a entrada de cada dia é uma lata ou pacote de leite em pó ou R$5,00 (cinco reais) que será revertidos para a doação.
Abaixo, seguem as informações extraídas do site do evento:
Dia 26 e 27 de setembro vai acontecer a próxima edição do Castelo das Peças no SESC Copacabana, será a edição de aniversário e vai ser no sabado e no domingo,
Para quem ainda não foi ou ainda não conhece, o Castelo das Peças é um evento de jogos de tabuleiro, wargames, card games e jogos de miniatura.
O SESC Copacabana fica na Rua Domingos Ferreira 160 5o andar e o horário nos dias vai ser de 10h00 até 18h00
Lembrando que a entrada de cada dia é uma lata ou pacote de leite em pó ou R$5,00 (cinco reais) que será revertidos para a doação.
MAIS UMA TENTATIVA
Depois do COVIL DO ZOMBIE na quarta, a galera que joga WEREWOLF às terças comigo deu uma chegada no meu cafofo na quinta. Eles não conhecem muita coisa dos tabuleiros e cardgames que tenho jogado ultimamente, mas estou numa campanha pessoal para que conheçam. Na melhor das hipóteses, conseguirei novos jogadores; na pior, tudo fica como está.
Murilo, Bráulio e Eduardo foram lá em casa. Chico havia avisado que não poderia e o Ciro, por motivos de força maior, acabou não comparecendo.
Enquanto esperávamos a chegada do último, Bráulio, Eduardo e eu jogamos umas partidas de STREET FIGHTER IV no X-BOX 360 e levamos uma bela sova do Eduardo.
Quando o Murilo chegou, puxei logo o ESCALATION. Como a galera não está familiarizada com os jogos mais complexos, decidi por um filler rápido, fácil e altamente sacana. O pessoal curtiu e se animou, tanto que jogamos umas 5 partidas. Cada um ganhou pelo menos uma e não me recordo quem faturou a última.
Após, para variar um pouco, coloquei o COLORETTO na mesa. Eles pegaram bem a mecânica do jogo mas não curtiram muito. Por isso, jogamos apenas duas partidas. Eu ganhei a primeira e o Eduardo a segunda.
Enquanto levantei para pegar um tabuleiro (o escolhido fora o RED DRAGON INN), o pessoal dispersou e voltou ao videogame. Jogamos uma boas partidas de SOUL CALIBUR IV e depois caímos matando no HALO 3, onde fizemos um free-for-all até as duas da manhã. Vitória minha com 119 mortes e Murilo em segundo lugar com 93. Bráulio ficou em terceiro e Eduardo em quarto.
Murilo, Bráulio e Eduardo foram lá em casa. Chico havia avisado que não poderia e o Ciro, por motivos de força maior, acabou não comparecendo.
Enquanto esperávamos a chegada do último, Bráulio, Eduardo e eu jogamos umas partidas de STREET FIGHTER IV no X-BOX 360 e levamos uma bela sova do Eduardo.
Quando o Murilo chegou, puxei logo o ESCALATION. Como a galera não está familiarizada com os jogos mais complexos, decidi por um filler rápido, fácil e altamente sacana. O pessoal curtiu e se animou, tanto que jogamos umas 5 partidas. Cada um ganhou pelo menos uma e não me recordo quem faturou a última.
Após, para variar um pouco, coloquei o COLORETTO na mesa. Eles pegaram bem a mecânica do jogo mas não curtiram muito. Por isso, jogamos apenas duas partidas. Eu ganhei a primeira e o Eduardo a segunda.
Enquanto levantei para pegar um tabuleiro (o escolhido fora o RED DRAGON INN), o pessoal dispersou e voltou ao videogame. Jogamos uma boas partidas de SOUL CALIBUR IV e depois caímos matando no HALO 3, onde fizemos um free-for-all até as duas da manhã. Vitória minha com 119 mortes e Murilo em segundo lugar com 93. Bráulio ficou em terceiro e Eduardo em quarto.
A NOITE DOS QUE NÃO BAIANARAM
Nesta quarta rolou mais uma edição do COVIL DO ZOMBIE em minha humilde residência.
As presenças confirmadas eram: Fel, Zé e Antônio Marcelo, que jurava de pé junto que viria desta vez. Entretanto, a exemplo de nosso amigo Luciano, figura mitológica do cenário lúdico carioca, baianou, ou seja, “estou chegando” ad eternum... O Chris, infelizmente, não pôde comparecer por conta do trabalho (fica pra próxima, meu querido).
Acabamos por montar uma sessão de três jogadores (Fel, Zé e este que vos fala), o que ficou longe de impossibilitar uma boa noitada de jogatina.
O Fel, dada sua proximidade, foi o primeiro a chegar de novo, o que está se tornando uma boa prática, pois nos possibilita abrir uma mesa de jogo para dois antes da chegada dos outros convidados.
Assim, a cada COVIL DO ZOMBI, o Fel traz um jogo diferente. A bola da vez foi o ZÈRTZ, um jogo abstrato bem bacana. O “tabuleiro” é formado por discos negros com um pequeno orifício no meio (ou, como diriam o pessoal do Casseta & Planeta, o famoso “preto com buraco no meio”), que são dispostos na mesa de maneira a formarem um hexágono com o cumprimento de quatro discos. Após, o interior do hexágono é preenchido com outros discos. Esta tarefa acabou se mostrando um pouco mais desafiadora do que Fel e eu esperávamos. Apenas conseguimos montar o “tabuleiro” da forma correta depois da terceira tentativa. Não sei se isso aconteceu dado o nível de abstração do jogo ou pela nossa quase total inépcia em termos de visão especial. Prefiro não perder mais tempo conjecturando sobre o assunto.
O objetivo do jogo é papar as bilhas (que são de três cores: brancas, cinzas e negras) postas no “tabuleiro” pelo seu adversário, o que acontece no melhor estilo de JOGO DE DAMAS. Ganha aquele que conseguir colecionar primeiro 3 bilhas de cada cor ou 4 brancas ou 5 cinzas ou 6 negras.
O jogo é bem simples, mas está longe de ser simplório. A cada rodada, um jogador coloca uma bilha da cor que quiser em cima de um dos discos do tabuleiro e, depois, retira um dos discos da área exterior do “tabuleiro” OU usa uma das bilhas já posta no tabuleiro para comer as outras. Ou seja, ou você coloca uma bilha nova no tabuleiro ou utiliza uma antiga para pegar as outras, sendo que, se for criada uma situação na qual se possa comer uma bilha, o jogador é obrigado a fazê-lo, tal qual a armadilha que se monta do JOGO DE DAMAS.
As regras, claro, são mais complexas do que isso. Não pretendo esgotar o tema, mas apenas fazer uma breve explanação sobre a jogabilidade do ZÈRTZ, pois gostei muito.
Na partida em que jogamos, a sorte de principiante prevaleceu e ganhei do Fel, conseguindo coletar três bilhas de cada cor.
Com a chegada do Zé, guardamos o ZÈRTZ e abrimos o COLORETTO, um cardgame filler muito bom (e que, por isso mesmo, acabou não saindo da minha casa).
Na primeira partida, optamos pela pontuação tradicional: quanto mais cartas de uma mesma cor, mais pontos. Eu ganhei com 39 pontos, seguido pelo Fel com 37 e o Zé com 23. Na partida seguinte, utilizamos o que o Fel chama de “lado cruel”. Nesta outra opção, a pontuação é totalmente diferente: com três cartas, você obtém a 8 pontos. A partir daí, os pontos vão decaindo conforme a quantidade das cartas vai crescendo. Cara, é bem cruel mesmo. O resultado final foi bem apertado: Fel com 22 pontos, Zé com 21 e eu com 20.
Depois, puxamos o ESCALATION, filler clássico.
Após a primeira partida, obtivemos o seguinte resultado: eu com 13 cartas, Fel com 18 e Zé com 23. A princípio, parecia que eu levaria esta, até que o Fel veio com a idéia de alongar a partida, fazendo um número de rodada igual ao número de jogadores e somando todos os resultados parciais. Pareceu-me interessante, até descobrir que tudo não passava de uma armadilha do Fel, que pretendia armar uma cubreada forte com o Zé para a minha queda.
Assim, a segunda rodada foi de 33 cartas para mim, 9 para o Zé e 13 para o Fel. Leve mudança no cenário, não? A terceira foi de 32 cartas para mim, 16 para o Zé e 7 para o Fel.O final do jogo: Fel, o grande armador, em primeiro lugar com 38 cartas; Zé em segundo com 48; e eu, em último, com 78 cartas.
As presenças confirmadas eram: Fel, Zé e Antônio Marcelo, que jurava de pé junto que viria desta vez. Entretanto, a exemplo de nosso amigo Luciano, figura mitológica do cenário lúdico carioca, baianou, ou seja, “estou chegando” ad eternum... O Chris, infelizmente, não pôde comparecer por conta do trabalho (fica pra próxima, meu querido).
Acabamos por montar uma sessão de três jogadores (Fel, Zé e este que vos fala), o que ficou longe de impossibilitar uma boa noitada de jogatina.
O Fel, dada sua proximidade, foi o primeiro a chegar de novo, o que está se tornando uma boa prática, pois nos possibilita abrir uma mesa de jogo para dois antes da chegada dos outros convidados.
Assim, a cada COVIL DO ZOMBI, o Fel traz um jogo diferente. A bola da vez foi o ZÈRTZ, um jogo abstrato bem bacana. O “tabuleiro” é formado por discos negros com um pequeno orifício no meio (ou, como diriam o pessoal do Casseta & Planeta, o famoso “preto com buraco no meio”), que são dispostos na mesa de maneira a formarem um hexágono com o cumprimento de quatro discos. Após, o interior do hexágono é preenchido com outros discos. Esta tarefa acabou se mostrando um pouco mais desafiadora do que Fel e eu esperávamos. Apenas conseguimos montar o “tabuleiro” da forma correta depois da terceira tentativa. Não sei se isso aconteceu dado o nível de abstração do jogo ou pela nossa quase total inépcia em termos de visão especial. Prefiro não perder mais tempo conjecturando sobre o assunto.
O objetivo do jogo é papar as bilhas (que são de três cores: brancas, cinzas e negras) postas no “tabuleiro” pelo seu adversário, o que acontece no melhor estilo de JOGO DE DAMAS. Ganha aquele que conseguir colecionar primeiro 3 bilhas de cada cor ou 4 brancas ou 5 cinzas ou 6 negras.
O jogo é bem simples, mas está longe de ser simplório. A cada rodada, um jogador coloca uma bilha da cor que quiser em cima de um dos discos do tabuleiro e, depois, retira um dos discos da área exterior do “tabuleiro” OU usa uma das bilhas já posta no tabuleiro para comer as outras. Ou seja, ou você coloca uma bilha nova no tabuleiro ou utiliza uma antiga para pegar as outras, sendo que, se for criada uma situação na qual se possa comer uma bilha, o jogador é obrigado a fazê-lo, tal qual a armadilha que se monta do JOGO DE DAMAS.
As regras, claro, são mais complexas do que isso. Não pretendo esgotar o tema, mas apenas fazer uma breve explanação sobre a jogabilidade do ZÈRTZ, pois gostei muito.
Na partida em que jogamos, a sorte de principiante prevaleceu e ganhei do Fel, conseguindo coletar três bilhas de cada cor.
Com a chegada do Zé, guardamos o ZÈRTZ e abrimos o COLORETTO, um cardgame filler muito bom (e que, por isso mesmo, acabou não saindo da minha casa).
Na primeira partida, optamos pela pontuação tradicional: quanto mais cartas de uma mesma cor, mais pontos. Eu ganhei com 39 pontos, seguido pelo Fel com 37 e o Zé com 23. Na partida seguinte, utilizamos o que o Fel chama de “lado cruel”. Nesta outra opção, a pontuação é totalmente diferente: com três cartas, você obtém a 8 pontos. A partir daí, os pontos vão decaindo conforme a quantidade das cartas vai crescendo. Cara, é bem cruel mesmo. O resultado final foi bem apertado: Fel com 22 pontos, Zé com 21 e eu com 20.
Depois, puxamos o ESCALATION, filler clássico.
Após a primeira partida, obtivemos o seguinte resultado: eu com 13 cartas, Fel com 18 e Zé com 23. A princípio, parecia que eu levaria esta, até que o Fel veio com a idéia de alongar a partida, fazendo um número de rodada igual ao número de jogadores e somando todos os resultados parciais. Pareceu-me interessante, até descobrir que tudo não passava de uma armadilha do Fel, que pretendia armar uma cubreada forte com o Zé para a minha queda.
Assim, a segunda rodada foi de 33 cartas para mim, 9 para o Zé e 13 para o Fel. Leve mudança no cenário, não? A terceira foi de 32 cartas para mim, 16 para o Zé e 7 para o Fel.O final do jogo: Fel, o grande armador, em primeiro lugar com 38 cartas; Zé em segundo com 48; e eu, em último, com 78 cartas.
SEMANA AGITADA
Acho que essa semana serviu para compensar a passada.
Na terça rolou mais uma sessão de Werewolf, mestrada pelo Chico, na casa do Ciro. Na quarta teve mais uma edição do COVIL DO ZOMBIE. Na quinta, os meus companheiros de Werewolf pintaram lá em casa para uma noite de joga. E, para completar, voltarão amanhã para, talvez, uma partida de D&D MINIATURES, o que não jogo há muuuito tempo.
Na terça rolou mais uma sessão de Werewolf, mestrada pelo Chico, na casa do Ciro. Na quarta teve mais uma edição do COVIL DO ZOMBIE. Na quinta, os meus companheiros de Werewolf pintaram lá em casa para uma noite de joga. E, para completar, voltarão amanhã para, talvez, uma partida de D&D MINIATURES, o que não jogo há muuuito tempo.
sábado, 12 de setembro de 2009
Semana Fraca
Como ainda estou sem internet lá em casa por conta da mudança que nunca acaba, tenho que me contentar em fazer posts semanais quando estiver na casa de dona Patroa. Fazer o quê? Pelo menos já tenho telefone...
Esta semana foi beeem fraquinha. Não rolou nada de tabuleiro ou cardgame.
A única coisa que não deixou a semana ser uma derrota total foi o fato de ter voltado a jogar RPG. A galera da antigas (Ciro, Chico, Edu, Murilo e Bráulio), que conheci por conta de um LIVE ACTION de VAMPIRE, voltou a jogar WEREWOLF, mestrado por Chico, e fui chamado para participar.
A aventura está muito irada, apesar de gostar de jogar mesa de STORYTELLING. A ambientação é toda carioca. Estou jogando com um Roedor de Ossos, Galiard e Hominídeo. Quem conhece o jogo, sabe do que estou falando.
Esta semana foi beeem fraquinha. Não rolou nada de tabuleiro ou cardgame.
A única coisa que não deixou a semana ser uma derrota total foi o fato de ter voltado a jogar RPG. A galera da antigas (Ciro, Chico, Edu, Murilo e Bráulio), que conheci por conta de um LIVE ACTION de VAMPIRE, voltou a jogar WEREWOLF, mestrado por Chico, e fui chamado para participar.
A aventura está muito irada, apesar de gostar de jogar mesa de STORYTELLING. A ambientação é toda carioca. Estou jogando com um Roedor de Ossos, Galiard e Hominídeo. Quem conhece o jogo, sabe do que estou falando.
sábado, 5 de setembro de 2009
A Rapidinha da Terça
Nesta terça não seria dia de joga, mas como estava tudo calmo no escritório, acabei marcando uma em cima da hora. Conseqüência: poucas presenças. Mas valiosas. Compareceram o Fel (que já é uma constante nas jogas que rolam no meu Covil) e o Baiano (pois, é, desta vez ele realmente chegou e não rolou nenhum dilúvio nem um armagedon). Também tivemos, ao final da noite, a presença ilustre da Cleo, esposa do Baiano.
Enquanto o Baiano não chegava, o Fel me deu uma pequena amostra do jogo que ele está desenvolvendo, o qual, dado o contrato de confidencialidade que ele me fez assinar sob a mira de um 38, impede-me de revelar qualquer detalhe. A única coisa que posso dizer é que o jogo promete.
Com a chegada de nosso querido Baiano, montamos uma mesa de MIDDLE-EARTH QUEST.
O jogo impressiona logo de cara pelo visual: os desenhos são excelentes, verdadeiras pinturas; os tabuleiros seguem o mesmo padrão e com ótimo acabamento; miniaturas dos heróis e dos principais asseclas do Sauron. A jogabilidade também se destaca: um dos jogadores assume o papel do coisa-ruim, enquanto os outros três assumem os papéis de três heróis (que não são os retratados na trilogia do Tolkien, apesar destes aparecerem para dar uma forcinha); o primeiro tenta arquitetar seus planos para dominar a Terra-Média e os outros tentam salvar os Reinos da influência do coisa-ruim; por isso, cada um tem o seu próprio deck de cartas e as ações de cada um dentro do seu turno depende de você ser um herói ou ser Sauron.
A partida foi surpreendentemente rápida. Fel jogou de Sauron (qualquer semelhança é mera coincidência), Baiano e eu jogamos de heróis; ele de mulher (a qual me parecia ser uma maga) e eu de anão (o qual, particularmente, não me agradou. Ele panca muito, é verdade, mas, no geral, não me pareceu equilibrado, principalmente pela baixa sabedoria). Bom, para resumir, levamos uma piaba das grossas. Em quatro rodadas o Fel expandiu seus domínios, matou o Baiano com um Balrog (até agora não sei como) e me colocou em xeque.
Ainda bem que a Terra-Média não dependia de nós.
Enquanto o Baiano não chegava, o Fel me deu uma pequena amostra do jogo que ele está desenvolvendo, o qual, dado o contrato de confidencialidade que ele me fez assinar sob a mira de um 38, impede-me de revelar qualquer detalhe. A única coisa que posso dizer é que o jogo promete.
Com a chegada de nosso querido Baiano, montamos uma mesa de MIDDLE-EARTH QUEST.
O jogo impressiona logo de cara pelo visual: os desenhos são excelentes, verdadeiras pinturas; os tabuleiros seguem o mesmo padrão e com ótimo acabamento; miniaturas dos heróis e dos principais asseclas do Sauron. A jogabilidade também se destaca: um dos jogadores assume o papel do coisa-ruim, enquanto os outros três assumem os papéis de três heróis (que não são os retratados na trilogia do Tolkien, apesar destes aparecerem para dar uma forcinha); o primeiro tenta arquitetar seus planos para dominar a Terra-Média e os outros tentam salvar os Reinos da influência do coisa-ruim; por isso, cada um tem o seu próprio deck de cartas e as ações de cada um dentro do seu turno depende de você ser um herói ou ser Sauron.
A partida foi surpreendentemente rápida. Fel jogou de Sauron (qualquer semelhança é mera coincidência), Baiano e eu jogamos de heróis; ele de mulher (a qual me parecia ser uma maga) e eu de anão (o qual, particularmente, não me agradou. Ele panca muito, é verdade, mas, no geral, não me pareceu equilibrado, principalmente pela baixa sabedoria). Bom, para resumir, levamos uma piaba das grossas. Em quatro rodadas o Fel expandiu seus domínios, matou o Baiano com um Balrog (até agora não sei como) e me colocou em xeque.
Ainda bem que a Terra-Média não dependia de nós.
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