Sábado de sol e foliões na rua, em blocos, se preparando para o Carnaval.
Fizemos o mesmo, à nossa maneira singular, reunindo-nos no SESC COPACABANA, no ar-condicionado, para mais uma edição do Castelo das Peças, com Shamou de Mestre de Cerimônia.
O evento começou devagar, com mesas vazias de manhã. Mas começou a lotar na parte da tarde e logo o uso das 3 salas tornou-se necessária para abrigar os jogadores.
Abri os trabalhos matutinos com Groo, Cadu e Flávio estreando meu Conquest of Planet Earth, novo jogo da Flying Frog.
Primeira partida e gostei bastante do que vi. Componentes e cartas padrão Flying Frog, ou seja, coisa da boa. O desenho das cartas é de uma arte sci-fi retrô década de 50 bem legal. Em Conquest of Planet Earth, jogamos com aliens que competem entre si para ver aquele que consegue tocar o maior terror na Terra, enquanto os desprezíveis humanos tentam resistir. Muito divertido, com bastante rolamento de dado e cartas pokemon a rodo (que servem para te ajudar e/ou atrapalhar os outros jogadores). Mais um bom ameritrash para até 4 jogadores, incluindo um modo de jogo solo e outro cooperativo (todos juntos contra o tabuleiro).
Acabei ganhando a partida com os 8 pontos de terror; Groo ficou em segundo com 4; Cadu em terceiro com 3; e Flávio com 1 ponto.
Antes de almoçar, rolou ainda uma partida de Fairy Tale com Nuno, Fel, Leandro Euro, Durval e eu.
Depois de muito gargalar, vitória do Leandro Euro com 58 pontos (Durval e Nuno deixaram-no pegar quase todos os homesteaders); fiquei em segundo com 52; Nuno com 49 seguido de perto por Fel com 48; e Durval com 30.
Finalizei minha tarde de joga com Betrayal at House on the Hill.
Mesão bom com 6 jogadores, dos quais apenas eu jogara antes. Rolou uma learning session rápida com Rafael, Rodrigo, Hélio, Rafael e Iuri e entramos na mansão assombrada.
Depois de desbravar quase metade da casa, a desgraça começa. A assombração da vez era a Bruxa, que transforma os jogadores em sapo, com um gato safado que sai a devorá-los e o traidor da vez foi o Rodrigo, que assumiu o papel da Bruxa, dos monstros e dos explorador dele que ficou psicopata e saiu pancando geral.
Para derrotar a velha, era preciso pegar o livro (que já estava conosco) e raiz de mandrágora (que pegamos logo depois). Tudo degringolou quando a bruxa transformou dois exploradores em sapos (que foram devidamente devorados pelo gato), roubando nosso livro, e com Rodrigo matando nosso terceiro explorador e pegando a raiz. Hélio, com o super padre, e eu, com a garotinha estropiada, tivemos de salvar a pátria. Conseguimos matar o traíra safado, pegar a raiz, roubar o livro de volta, lançar magia na Bruxa e finalizar a desgraçada. Ganhamos, mas foi bem apertado.
Mais uma partida emocionante de Betrayal no Castelo.
Blog carioca voltado à difusão da atividade lúdica com resenhas, reports, impressões e demais objetos conexos.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Torre das Peças - fevereiro
Sábado de Sol e muito calor no Rio. Com o Carnaval já despontando e blocos em tudo que era lugar, A Torre das Peças que rolou no Spoleto do LArgo do Machado era um refúgio mais do que bem-vindo. Evento organizado pelo Warny na casa do anfitrião Caldas.
Comecei as atividades lúdicas do dia com uma partida de The Stars are Right do Chris Santos. Groo, Rômulo e Filipe participaram da joga.
A premissa básica do jogo é bem interessante: somos cultistas que devem alinhar as estrelas (os tiles que compõem o tabuleiro) para conjurar asseclas, servidores e divindades do mundo de Cthulhu (tema do qual gosto bastante). Mas o jogo acaba ficando bem moroso, com um considerável downtime quando se joga com 4 pessoas, como na nossa partida. Tanta gente mexe no tabuleiro antes da sua próxima jogada que vc fica mais na mão da sorte do que na da sua estratégia. Acho que é um jogo para no máximo 3 pessoas. Vitória do Groo com 10 pontos; Rômulo ficou em segundo com 4; Filipe e eu empatamos com 2 pontos cada.
Depois de um pouco de marasmo, peguei um jogo com mais ação. Mall of Horror foi a bola da vez.
Um pouco de ameritrash é sempre bom pra dar uma agitada. A grande vencedora da partida foi a iniciante Lorena com 8 pontos; Chris Santos ficou em segundo 7 e Rômulo em terceiro com 5; Groo e eu viramos comida de zumbis.
Finalizei minha rápida participação com uma boa partida de Hansa.
Engraçado como tive o jogo por mais de 6 meses e acabei trocando porque nunca jogara. Acabou rolando um certo arrependimento. Eurogame bem leve e interessante. Ganhei com 44 pontos; Rodrigo ficou em segundo, Groo em terceiro e Rômulo na lanterna.
Agora é esperar o Castelo das Peças e continuar fugindo do Carnaval.
Comecei as atividades lúdicas do dia com uma partida de The Stars are Right do Chris Santos. Groo, Rômulo e Filipe participaram da joga.
A premissa básica do jogo é bem interessante: somos cultistas que devem alinhar as estrelas (os tiles que compõem o tabuleiro) para conjurar asseclas, servidores e divindades do mundo de Cthulhu (tema do qual gosto bastante). Mas o jogo acaba ficando bem moroso, com um considerável downtime quando se joga com 4 pessoas, como na nossa partida. Tanta gente mexe no tabuleiro antes da sua próxima jogada que vc fica mais na mão da sorte do que na da sua estratégia. Acho que é um jogo para no máximo 3 pessoas. Vitória do Groo com 10 pontos; Rômulo ficou em segundo com 4; Filipe e eu empatamos com 2 pontos cada.
Depois de um pouco de marasmo, peguei um jogo com mais ação. Mall of Horror foi a bola da vez.
Um pouco de ameritrash é sempre bom pra dar uma agitada. A grande vencedora da partida foi a iniciante Lorena com 8 pontos; Chris Santos ficou em segundo 7 e Rômulo em terceiro com 5; Groo e eu viramos comida de zumbis.
Finalizei minha rápida participação com uma boa partida de Hansa.
Engraçado como tive o jogo por mais de 6 meses e acabei trocando porque nunca jogara. Acabou rolando um certo arrependimento. Eurogame bem leve e interessante. Ganhei com 44 pontos; Rodrigo ficou em segundo, Groo em terceiro e Rômulo na lanterna.
Agora é esperar o Castelo das Peças e continuar fugindo do Carnaval.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Sexta de Terror no Covil do Zombie
Ontem rolou uma joga exclusiva de jogos de terror aqui no Covil. A idéia é tentar fazer algo assim, pelo menos, uma vez por mês.
Para esta primeira edição compareceram Baiano, Lucas, Beto e Moreto. Infelizmente, Groo teve um contratempo e não pode comparecer.
Abrimos a noite com Arkham Horror.
Com certeza, este está na lista dos TOP TEN dos jogos de terror.
A partida foi condizente com o mote da reunião. Sorteamos todos os personagens e a mistura ficou bem eclética. Eu, por exemplo, fiquei com um vendedor (como diabos um vendedor ajudaria numa luta contra forças sobrenaturais, ainda não descobri). A primeira e segunda rodada transcorreram bem e tudo estava sob controle. Estávamos bem equipados, com armas comuns e até mágicas. No final da quarta rodada, tudo fora pro caralho. Após duas enxurradas seguidas de monstros, a mesa estava totalmente coalhada de toda sorte de criaturas. Aliados debandavam a torto e à direito. As lojas fechavam. E o terror track bateu no topo.
Foi nessa hora em que o coisa ruim da noite, o Yig, resolveu dar as caras. De todos os monstros da caixa básica, acho que ele é o mais bundão, apesar de já chegar lançando curse em todos os investigadores assim que aparece.
Em todas as vezes em que joguei Arkham Horror, foi a primeira na qual tive que lutar com um grande chefão. A batalha contra Yig foi intensa e já chegamos metendo o pé na porta e gastando todos os clue tokens que acumulamos e não tivemos tempo de usar. Conseguimos detonar o coisa ruim na segunda rodada, mas Lucas e Moreto quase foram de vala.
Finda a luta e salvo o mundo das forças das trevas, Baiano e Lucas debandaram para recuperar pontos de sanidade.
Moreto, Beto e eu puxamos o Mall of Horror de saideira.
Desde o começo Moreto tomou posse da sala de segurança e não largou o osso, enquanto Beto e eu nos degladiávamos a cada rodada para ver quem teria privilégio de saquear o caminhão de itens.
Como éramos apenas 3 jogadores, uma das salas já começa fechada, para limitar ainda mais nossa rota de fuga.
A partida teve várias reviravoltas, com cada um de nós liderando durante um curto período de tempo. Da metade pro final, consegui monopolizar o caminhão e pegar todas as armas que apareciam, o que me garantiu a sobrevivência, mas apenas depois de ter perdido meus dois cubras mais valiosos. A joga acabou quando Moreto e eu ficamos com apenas 4 sobreviventes na mesma sala. Vitória do Moreto com 8 pontos; fiquei com apenas 4; Beto foi eliminado na última rodada.
Depois que Beto e Moreto saíram, joguei uma partidinha solo de Resident Evil Deck Building Game, coisa leve, para garantir bons sonhos.
Para esta primeira edição compareceram Baiano, Lucas, Beto e Moreto. Infelizmente, Groo teve um contratempo e não pode comparecer.
Abrimos a noite com Arkham Horror.
Com certeza, este está na lista dos TOP TEN dos jogos de terror.
A partida foi condizente com o mote da reunião. Sorteamos todos os personagens e a mistura ficou bem eclética. Eu, por exemplo, fiquei com um vendedor (como diabos um vendedor ajudaria numa luta contra forças sobrenaturais, ainda não descobri). A primeira e segunda rodada transcorreram bem e tudo estava sob controle. Estávamos bem equipados, com armas comuns e até mágicas. No final da quarta rodada, tudo fora pro caralho. Após duas enxurradas seguidas de monstros, a mesa estava totalmente coalhada de toda sorte de criaturas. Aliados debandavam a torto e à direito. As lojas fechavam. E o terror track bateu no topo.
Foi nessa hora em que o coisa ruim da noite, o Yig, resolveu dar as caras. De todos os monstros da caixa básica, acho que ele é o mais bundão, apesar de já chegar lançando curse em todos os investigadores assim que aparece.
Em todas as vezes em que joguei Arkham Horror, foi a primeira na qual tive que lutar com um grande chefão. A batalha contra Yig foi intensa e já chegamos metendo o pé na porta e gastando todos os clue tokens que acumulamos e não tivemos tempo de usar. Conseguimos detonar o coisa ruim na segunda rodada, mas Lucas e Moreto quase foram de vala.
Finda a luta e salvo o mundo das forças das trevas, Baiano e Lucas debandaram para recuperar pontos de sanidade.
Moreto, Beto e eu puxamos o Mall of Horror de saideira.
Desde o começo Moreto tomou posse da sala de segurança e não largou o osso, enquanto Beto e eu nos degladiávamos a cada rodada para ver quem teria privilégio de saquear o caminhão de itens.
Como éramos apenas 3 jogadores, uma das salas já começa fechada, para limitar ainda mais nossa rota de fuga.
A partida teve várias reviravoltas, com cada um de nós liderando durante um curto período de tempo. Da metade pro final, consegui monopolizar o caminhão e pegar todas as armas que apareciam, o que me garantiu a sobrevivência, mas apenas depois de ter perdido meus dois cubras mais valiosos. A joga acabou quando Moreto e eu ficamos com apenas 4 sobreviventes na mesma sala. Vitória do Moreto com 8 pontos; fiquei com apenas 4; Beto foi eliminado na última rodada.
Depois que Beto e Moreto saíram, joguei uma partidinha solo de Resident Evil Deck Building Game, coisa leve, para garantir bons sonhos.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Chegada Rápida no Castelo
Hoje rolou a edição de janeiro do Castelo das Peças. Assim como todos os outros eventos lúdicos cariocas, este também aconteceu no Spoleto do Largo do Machado. Alexander foi o mestre de cerimônias e o Caldas foi nosso paciente anfitrião.
Como marcara uma sessão de cinema com a Cecy para a tarde de hoje, dei apenas um confere no evento, com tempo para duas jogas apenas. Cheguei de manhã e as mesas já estavam fervendo. Após o almoço, de tanta gente, faltou até mesa para acomodar a galera, apesar de todos os esforços do Caldas para acomodar geral da melhor maneira possível.
De manhã joguei duas partidas de Warhammer: Invasion com o Lucas.
Fazia tempo que não jogava este cardgame do qual gosto muito. Estava bastante enferrujado e perdi algumas manhas do jogo. E, para piorar, ainda joguei com o deck dos anões, o qual nunca usara antes. O resultado foi o esperado: levei duas piabas do Lucas, que usou o deck dos orcs.
Pausa para almoço e, na volta, mesa de Zombie Plague.
Cacá levou a cópia dele, com um mapa bem maneiro. Jogamos Lucas (com os Zumbis), Cacá, Rodrigo, Rogério e eu. Ameritrash bem divertido. O LNOE ainda é o melhor, mas este é muito bom. Nada de grandes elocubrações ou estratégias. A parada é correr e matar zumbis.
Com 2 zumbis entrando a cada rodada, a situação ficou caótica numa velocidade assustadora. Quando percebemos, a casa estava coalhada de zumbis, Rodrigo fora infectado, Rogério estava lutando boxe com um zumbi na sala, cacá estava atirando em outros dois com sua escopeta e eu fugia que nem um alucinado da sala de estar com 6 zumbis correndo atrás da minha carne branca.
Não pude ficar até o final, por isso Rodrigo voltou ao jogo com o meu personagem e não sei como a partida acabou. Mas o quadro que se desenvolvia não estava nada bom para o lado dos humanos...
Como marcara uma sessão de cinema com a Cecy para a tarde de hoje, dei apenas um confere no evento, com tempo para duas jogas apenas. Cheguei de manhã e as mesas já estavam fervendo. Após o almoço, de tanta gente, faltou até mesa para acomodar a galera, apesar de todos os esforços do Caldas para acomodar geral da melhor maneira possível.
De manhã joguei duas partidas de Warhammer: Invasion com o Lucas.
Fazia tempo que não jogava este cardgame do qual gosto muito. Estava bastante enferrujado e perdi algumas manhas do jogo. E, para piorar, ainda joguei com o deck dos anões, o qual nunca usara antes. O resultado foi o esperado: levei duas piabas do Lucas, que usou o deck dos orcs.
Pausa para almoço e, na volta, mesa de Zombie Plague.
Cacá levou a cópia dele, com um mapa bem maneiro. Jogamos Lucas (com os Zumbis), Cacá, Rodrigo, Rogério e eu. Ameritrash bem divertido. O LNOE ainda é o melhor, mas este é muito bom. Nada de grandes elocubrações ou estratégias. A parada é correr e matar zumbis.
Com 2 zumbis entrando a cada rodada, a situação ficou caótica numa velocidade assustadora. Quando percebemos, a casa estava coalhada de zumbis, Rodrigo fora infectado, Rogério estava lutando boxe com um zumbi na sala, cacá estava atirando em outros dois com sua escopeta e eu fugia que nem um alucinado da sala de estar com 6 zumbis correndo atrás da minha carne branca.
Não pude ficar até o final, por isso Rodrigo voltou ao jogo com o meu personagem e não sei como a partida acabou. Mas o quadro que se desenvolvia não estava nada bom para o lado dos humanos...
sábado, 22 de janeiro de 2011
As Jogas do Feriado
Neste feriado de São Sebastião rolaram duas boas jogas no Covil do Zombie e realmente não tenho do que me queixar.
Na quarta-feira (19) compareceram Fel, Groo, Chris Santos e Cristina Neves, com participação muito especial de Cecy. Geral em clima de pré-feriadão, só rolou jogo palha.
Assim que Fel e Groo chegaram abrimos um Drachen Wurf, que acabou sendo interrompido para rolar uma mesa maior de Abandon Ship, com todos os presentes.
Jogamos duas partidas. Na primeira, Cris Neves ganhou com 10 pontos; Cecy e Groo ficaram em segundo com 6 pontos cada; Chris e eu ficamos em terceiro com 5 pontos cada; Fel ficou na lanterna com 3 pontos. Na segunda, Chris Santos e eu vencemos com 9 pontos cada; Groo ficou em segundo com 8 pontos; Fel em terceiro com 5; Cris em quarto com 4; e Cecy na lanterna com rosca.
Com a saída do Fel, Groo fez uma learning session de Felix - The Cat in the Sack, jogo de bidding onde a cubreada rola solta.
Acabei jogando muito errado na segunda rodada e perdi toda minha grana. Sem conseguir me recuperar até o final, acabei fazendo mera figuração. Cecy acabou cometendo o mesmo erro no final e ficou de fora da disputa. Chris veio com uma estratégia marota de pegar os ratos-moedas no começo e apenas pegar cartas no final. A partida ficou bem acirrada entre Groo e Chris Santos, o magnata dos ratos. No final, vitória para Groo com 60 pontos (ganhou no desempate pelos pontos de cartas); Chris Santos ficou em segundo também com 60; Cecy ficou em terceiro com 31; fiquei em quarto com 29; Tia Cris ficou por último com 4 pontos.
Fechamos a noite com um Pinguim Party. A dupla Cecy-Cris liderou o jogo durante quase toda a partida. Entretanto, Chris Santos conseguiu se livrar de todos os pontos negativos nas duas últimas rodadas e terminou em primeiro com zero; Cris Neves ficou em segundo com 4; Cecy e Groo empatados em terceiro com 5 cada; fiquei lááá no final com 9 pontos.
Sexta (21) foi a volta dos sumidos. Vieram para a joga Daniel Moreto e Baiano, além do meu irmão Raphael.
Enquanto o resto do pessoal chegava, Raphael e eu começamos um Battle Line.
Ganhei numa Math Trade no meio do ano passado e ainda não tivera a oportunidade de jogar. Gostei muito. Cardgame inteligente e rápido para duas pessoas que pretendo jogar mais vezes. Ganhei de 5 a 3.
Assim que Moreto e Baiano chegaram (sim, ele realmente veio), Moreto montou o seu Leader 1.
Trata-se de um jogo de corrida de bicicletas de 2 a 10 (!) jogadores, onde cada um tem uma equipe de 3 ciclistas (um climber - que é bom nas subidas, mas ruim no plano; um rouler - que é ruim nas subidas e rápido no plano; e um leader - que é o equilibrado). O tabuleiro é modular, servindo para aumentar a rejogabilidade e a duração da partida com circuitos mais longos. Todos os ciclistas começam com a mesma quantidade de pontos de energia (que variam de acordo com a pista), que são gastos para fazer com que eles corram mais do que a multidão que vem atrás devorando tudo.
A grande sacada do Leader 1 é saber quando gastar a energia de seus diferentes ciclistas pra dar um sprint ou quando deixar se levar pela multidão. Claro que rola um fator sorte também quando se tenta fazer alguma manobra mais arrojada (como ultrapassar pelo meio de outros ciclistas ou descer rápido demais). Isso acabou se mostrando verdadeiro na descida da morte, no trecho que ficou conhecido como "o buraco da marmota": 7 ciclistas tentaram descer rápido demais (com nível de dificuldade 5 - ou seja obter 5 ou mais num rolamento de dado de 12 faces) e 5 capotaram. Apesar da desgraça que isso representou, não conseguimos parar de rir pelo inusitado.
A partida foi bem disputada, com a liderança se alternando a cada rodada. No último terço do percurso, a briga acabou rolando entre o Moreto e eu. Exigi demais de meus ciclistas, que ficaram sem pique para manter a liderança, e Moreto veio com um rouler no embalo e me ultrapassou a duas rodadas do final.
A quantidade inicial de regras de Leader 1 assusta um pouco no começo, mas elas são bem intuitivas e conforme a partida desenvolve, você pega o jeito da coisa. Pretendo jogar de novo.
Quando o Baiano teve de sair, puxamos uma saideira com o Pony Express.
Acabei ganhando a partida graças a uma quantidade absurda de cartas "pokemon" que me ajudaram a disparar no final no final do jogo sem ter de rolar os dados. Raphael ficou em segundo; Moreto que toda hora era atazanado pelos índios, ficou em terceiro.
Espero que as próximas jogas sejam tão boas quanto as desta semana.
Na quarta-feira (19) compareceram Fel, Groo, Chris Santos e Cristina Neves, com participação muito especial de Cecy. Geral em clima de pré-feriadão, só rolou jogo palha.
Assim que Fel e Groo chegaram abrimos um Drachen Wurf, que acabou sendo interrompido para rolar uma mesa maior de Abandon Ship, com todos os presentes.
Jogamos duas partidas. Na primeira, Cris Neves ganhou com 10 pontos; Cecy e Groo ficaram em segundo com 6 pontos cada; Chris e eu ficamos em terceiro com 5 pontos cada; Fel ficou na lanterna com 3 pontos. Na segunda, Chris Santos e eu vencemos com 9 pontos cada; Groo ficou em segundo com 8 pontos; Fel em terceiro com 5; Cris em quarto com 4; e Cecy na lanterna com rosca.
Com a saída do Fel, Groo fez uma learning session de Felix - The Cat in the Sack, jogo de bidding onde a cubreada rola solta.
Acabei jogando muito errado na segunda rodada e perdi toda minha grana. Sem conseguir me recuperar até o final, acabei fazendo mera figuração. Cecy acabou cometendo o mesmo erro no final e ficou de fora da disputa. Chris veio com uma estratégia marota de pegar os ratos-moedas no começo e apenas pegar cartas no final. A partida ficou bem acirrada entre Groo e Chris Santos, o magnata dos ratos. No final, vitória para Groo com 60 pontos (ganhou no desempate pelos pontos de cartas); Chris Santos ficou em segundo também com 60; Cecy ficou em terceiro com 31; fiquei em quarto com 29; Tia Cris ficou por último com 4 pontos.
Fechamos a noite com um Pinguim Party. A dupla Cecy-Cris liderou o jogo durante quase toda a partida. Entretanto, Chris Santos conseguiu se livrar de todos os pontos negativos nas duas últimas rodadas e terminou em primeiro com zero; Cris Neves ficou em segundo com 4; Cecy e Groo empatados em terceiro com 5 cada; fiquei lááá no final com 9 pontos.
Sexta (21) foi a volta dos sumidos. Vieram para a joga Daniel Moreto e Baiano, além do meu irmão Raphael.
Enquanto o resto do pessoal chegava, Raphael e eu começamos um Battle Line.
Ganhei numa Math Trade no meio do ano passado e ainda não tivera a oportunidade de jogar. Gostei muito. Cardgame inteligente e rápido para duas pessoas que pretendo jogar mais vezes. Ganhei de 5 a 3.
Assim que Moreto e Baiano chegaram (sim, ele realmente veio), Moreto montou o seu Leader 1.
Trata-se de um jogo de corrida de bicicletas de 2 a 10 (!) jogadores, onde cada um tem uma equipe de 3 ciclistas (um climber - que é bom nas subidas, mas ruim no plano; um rouler - que é ruim nas subidas e rápido no plano; e um leader - que é o equilibrado). O tabuleiro é modular, servindo para aumentar a rejogabilidade e a duração da partida com circuitos mais longos. Todos os ciclistas começam com a mesma quantidade de pontos de energia (que variam de acordo com a pista), que são gastos para fazer com que eles corram mais do que a multidão que vem atrás devorando tudo.
A grande sacada do Leader 1 é saber quando gastar a energia de seus diferentes ciclistas pra dar um sprint ou quando deixar se levar pela multidão. Claro que rola um fator sorte também quando se tenta fazer alguma manobra mais arrojada (como ultrapassar pelo meio de outros ciclistas ou descer rápido demais). Isso acabou se mostrando verdadeiro na descida da morte, no trecho que ficou conhecido como "o buraco da marmota": 7 ciclistas tentaram descer rápido demais (com nível de dificuldade 5 - ou seja obter 5 ou mais num rolamento de dado de 12 faces) e 5 capotaram. Apesar da desgraça que isso representou, não conseguimos parar de rir pelo inusitado.
A partida foi bem disputada, com a liderança se alternando a cada rodada. No último terço do percurso, a briga acabou rolando entre o Moreto e eu. Exigi demais de meus ciclistas, que ficaram sem pique para manter a liderança, e Moreto veio com um rouler no embalo e me ultrapassou a duas rodadas do final.
A quantidade inicial de regras de Leader 1 assusta um pouco no começo, mas elas são bem intuitivas e conforme a partida desenvolve, você pega o jeito da coisa. Pretendo jogar de novo.
Quando o Baiano teve de sair, puxamos uma saideira com o Pony Express.
Acabei ganhando a partida graças a uma quantidade absurda de cartas "pokemon" que me ajudaram a disparar no final no final do jogo sem ter de rolar os dados. Raphael ficou em segundo; Moreto que toda hora era atazanado pelos índios, ficou em terceiro.
Espero que as próximas jogas sejam tão boas quanto as desta semana.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Torre das Peças em Novo Endereço
Ontem rolou a edição de janeiro da Torre das Peças, já no novo endereço. Agora as jogas rolam no Spoletto do Largo do Machado. Caldas, nosso querido anfitrião, começou o processo de reorganização do acervo para o novo endereço.
Casa lotada e mesas disputadas. Warny, enquanto mestre de cerimônias do evento, teve de cortar um dobrado para alocar a galera toda. As jogas começaram de manhã e foram seguindo. Quando saí no final da tarde, não havia sinais de que a jogatina pararia tão cedo.
Rolaram mesas de Rá, Bang!, Fairy Tales, Alien Frontiers, Cartagena, Dice Town, 7 Wonders, Small World, San Juan, Olympus, Pandemic e do Português Banco do Vinho (que me pareceu bem interessante, mas complexo demais pro meu gosto). Com certeza rolou mais coisa, mas são desses que me lembro.
Mereceu destaque a mesa da versão final de Mehinaku (jogo da Riachuelo Games do qual falei em post anterior) da qual participei com Geovana (a mão-santa), Rômulo, Caldas e Groo. Abaixo segue um vídeo-demonstração de nossa partida.
Flávio Jandorno e Antônio Marcelo, da equipe de criação, ficaram acompanhando o desenrolar da joga, divertida como sempre.
Tive a possibilidade de participar desta partida, um mesão de 5 jogadores, que foi bem diferentes das outras experiências que eu tive com o jogo. Em geral, o pessoal teve muita sorte nos dados (com exceção deste que vos fala), o que nos gerou muitos recursos. O traidor não apareceu (apesar das más línguas falarem que eu era o cilônio escondido) e não rolou nenhuma maldição ao longo da partida, que acabou demorando mais do que o normal (acho que foi por conta do número de jogadores). A joga acabou se focando mais na administração de recursos do que na necessidade de acalmar os maus espíritos e lidar com as desgraças. Ainda assim, apesar de longa, a partida continuou divertida e com a tensão aumentando a cada rodada por contas desgraças que não apareceram.
Pretendo participar de um mesão de 6 para saber como tudo se desenvolve com um traidor já na mesa.
Apesar de minha mão estar especialmente ruim para os dados ontem (o que acabou gerando um certo preconceito por parte de meus colegas), conseguimos ganhar a partida.
Pretendo fazer uma resenha mais completa sobre Mehinaku em breve.
Finalizei minha participação com uma partida de Resident Evil Deck Building Game com os Crises. Jogamos na modalidade Mercenários e o Chris Santos ganhou de lavada, com 32 pontos. A Cristina ficou em segundo com 9. Eu fui eliminado por morte.
Casa lotada e mesas disputadas. Warny, enquanto mestre de cerimônias do evento, teve de cortar um dobrado para alocar a galera toda. As jogas começaram de manhã e foram seguindo. Quando saí no final da tarde, não havia sinais de que a jogatina pararia tão cedo.
Rolaram mesas de Rá, Bang!, Fairy Tales, Alien Frontiers, Cartagena, Dice Town, 7 Wonders, Small World, San Juan, Olympus, Pandemic e do Português Banco do Vinho (que me pareceu bem interessante, mas complexo demais pro meu gosto). Com certeza rolou mais coisa, mas são desses que me lembro.
Mereceu destaque a mesa da versão final de Mehinaku (jogo da Riachuelo Games do qual falei em post anterior) da qual participei com Geovana (a mão-santa), Rômulo, Caldas e Groo. Abaixo segue um vídeo-demonstração de nossa partida.
Flávio Jandorno e Antônio Marcelo, da equipe de criação, ficaram acompanhando o desenrolar da joga, divertida como sempre.
Tive a possibilidade de participar desta partida, um mesão de 5 jogadores, que foi bem diferentes das outras experiências que eu tive com o jogo. Em geral, o pessoal teve muita sorte nos dados (com exceção deste que vos fala), o que nos gerou muitos recursos. O traidor não apareceu (apesar das más línguas falarem que eu era o cilônio escondido) e não rolou nenhuma maldição ao longo da partida, que acabou demorando mais do que o normal (acho que foi por conta do número de jogadores). A joga acabou se focando mais na administração de recursos do que na necessidade de acalmar os maus espíritos e lidar com as desgraças. Ainda assim, apesar de longa, a partida continuou divertida e com a tensão aumentando a cada rodada por contas desgraças que não apareceram.
Pretendo participar de um mesão de 6 para saber como tudo se desenvolve com um traidor já na mesa.
Apesar de minha mão estar especialmente ruim para os dados ontem (o que acabou gerando um certo preconceito por parte de meus colegas), conseguimos ganhar a partida.
Pretendo fazer uma resenha mais completa sobre Mehinaku em breve.
Finalizei minha participação com uma partida de Resident Evil Deck Building Game com os Crises. Jogamos na modalidade Mercenários e o Chris Santos ganhou de lavada, com 32 pontos. A Cristina ficou em segundo com 9. Eu fui eliminado por morte.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Mehinaku - Primeiras Impressões
Desde que a Riachuelo Games anunciou o lançamento de seu primeiro jogo de tabuleiro, o Mehinaku, estava ansioso em poder conhecer esta iniciativa 100% nacional (tanto na criação, quanto no desenvolvimento e na ambientação).
Hoje tive o prazer de participar de algumas partidas como play-tester ao lado dos criadores Antônio Marcelo e Flávio Jandorno.
O Mehinaku ainda está na fase final do processo de adaptação para o mercado internacional, mas gostei do que vi. A arte do tabuleiro, das cartas e de alguns componentes está boa e ajuda na ambientação.
Tampouco farei um review completo para não estragar a graça da surpresa.
O jogo é cooperativo e cada um dos jogadores representa uma das principais personalidades (cacique, pajé, caçador, trabalhador e trabalhadora) dentro da tribo indígena que dá nome ao tabuleiro, trabalhando para o desenvolvimento e prosperidade da mesma, contra as adversidades que o próprio jogo nos lança a cada rodada (o que me lembra Pandemic, Touch of Evil e Shadows Over Camelot) por meio das cartas de eventos.
Além do desafio de manter a tribo alimentada a cada rodada (em caso de falta de comida, a tribo diminui), temos que fazer a prospecção de diferentes tipos de recursos em áreas específicas e delimitadas no tabuleiro (estilo Stone Age, com rolamento de dado para determinar o grau de sucesso na tarefa) para erigir construções (com diversas finalidades, como armazenar os bens, treinar mais índios e abrigar mais índios) e aplacar a fúria de um Deus Maligno.
Caso o marcador de Ira Divina atinja seu patamar pré-determinado (que varia entre 15, 20 e 25, dependendo da dificuldade da joga), os jogadores perdem. Caso a população da tribo caia para zero (o que pode ocorrer por fome, peste ou carta de evento), também ocorre a derrota. Ganhamos apenas quando o índice de população chega ao número estabelecido de acordo com o número de jogadores (varia entre 12, 16 e 20).
Para nos dar uma força, recebemos cartas de recursos e de benefícios. Entretanto, em meio a estas cartas, está a carta de possessão. O jogador que tirá-la deixará de ajudar a tribo e passará a jogar contra ela (tal como ocorre em Shadows Over Camelot e Battlestar Gallactica).
O jogo é bem mais complexo do que isso e não se resume apenas em fazer construções básicas e administrar os recursos. Não pode ser considerado um heavy game (não é um brain burner), mas se não houver estratégia por parte dos jogadores na administração dos recursos e das desgraças, uma partida considerada ganha descamba para a derrota em duas rodadas, como bem aprendi em nossa terceira joga.
Hoje tive o prazer de participar de algumas partidas como play-tester ao lado dos criadores Antônio Marcelo e Flávio Jandorno.
O Mehinaku ainda está na fase final do processo de adaptação para o mercado internacional, mas gostei do que vi. A arte do tabuleiro, das cartas e de alguns componentes está boa e ajuda na ambientação.
Tampouco farei um review completo para não estragar a graça da surpresa.
O jogo é cooperativo e cada um dos jogadores representa uma das principais personalidades (cacique, pajé, caçador, trabalhador e trabalhadora) dentro da tribo indígena que dá nome ao tabuleiro, trabalhando para o desenvolvimento e prosperidade da mesma, contra as adversidades que o próprio jogo nos lança a cada rodada (o que me lembra Pandemic, Touch of Evil e Shadows Over Camelot) por meio das cartas de eventos.
Além do desafio de manter a tribo alimentada a cada rodada (em caso de falta de comida, a tribo diminui), temos que fazer a prospecção de diferentes tipos de recursos em áreas específicas e delimitadas no tabuleiro (estilo Stone Age, com rolamento de dado para determinar o grau de sucesso na tarefa) para erigir construções (com diversas finalidades, como armazenar os bens, treinar mais índios e abrigar mais índios) e aplacar a fúria de um Deus Maligno.
Caso o marcador de Ira Divina atinja seu patamar pré-determinado (que varia entre 15, 20 e 25, dependendo da dificuldade da joga), os jogadores perdem. Caso a população da tribo caia para zero (o que pode ocorrer por fome, peste ou carta de evento), também ocorre a derrota. Ganhamos apenas quando o índice de população chega ao número estabelecido de acordo com o número de jogadores (varia entre 12, 16 e 20).
Para nos dar uma força, recebemos cartas de recursos e de benefícios. Entretanto, em meio a estas cartas, está a carta de possessão. O jogador que tirá-la deixará de ajudar a tribo e passará a jogar contra ela (tal como ocorre em Shadows Over Camelot e Battlestar Gallactica).
O jogo é bem mais complexo do que isso e não se resume apenas em fazer construções básicas e administrar os recursos. Não pode ser considerado um heavy game (não é um brain burner), mas se não houver estratégia por parte dos jogadores na administração dos recursos e das desgraças, uma partida considerada ganha descamba para a derrota em duas rodadas, como bem aprendi em nossa terceira joga.
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