domingo, 29 de maio de 2011

Christiano e seus Malditos Dados da Sorte

Já está virando hábito abrir os trabalhos no Covil do Zombie com uma sessão de minis. Neste sábado não foi nada diferente. Chris Santos e eu começamos mais cedo com uma boa partida de AT-43, incluindo elementos da expansão AT-43: Operation Frostbite.


Chris jogou com os Therians e eu com os UNAs. Basicamente, os Therians invadiam uma base UNA e cabia a mim segurar o seu avanço, missão esta na qual não obtive o menor êxito. Logo na primeira rodada, o safado do Chris e seus dados malditos conseguiram eliminar minha infantaria, acabando com minhas possibilidades de chamar reforço. A partir daí, pouca coisa consegui fazer, graças às rotinas de reconstrução dos Therians. A partida, que deveria acabar quando algum dos lados obtivesse 20 pontos, acabou com minha obliteração do mapa. Apenas para fins de curiosidade, Chris fez 11 pontos até a 3a rodada.

Quanto à expansão AT-43: Operation Frostbite, pouco me agradou. Claro que traz elementos de cenários como as bases de cristais e tiles para serem utilizados no lugar dos mapas, bem como novas minis (médicos e engenheiros mercenários), mas vem com grande falha: mais da metade de suas campanhas precisam de elementos de cenário e mapas que não estão presentes na caixa básica do AT-43 nem na própria expansão, tampouco falam onde podem ser encontrados. Erro crasso.

Com a chegada do Moreto, colocamos em mesa o Stone Age, que ele ainda não conhecia.


Estava com saudades deste jogo que não via mesa desde o ano passado. E, definitivamente, estou enferrujado. Chris (com grande ajuda da sorte nos dados que lhe acometeu ontem) terminou em primeiro com a impressionante marca de 295 pontos. Ainda consigo ouvir suas gargalhadas... Fiquei em segundo com 188 e Moreto com 180.

Neste meio tempo, Fel Barros e Baiano resolveram dar as caras. Após uma parada rápida pra forrar o estômago com as pizzas que o Fel trouxe, voltamos às jogas.

Com horário apertado para Chris e Baiano (sim, ele veio e já estava de saída), jogamos uma rapidinha de Fairy Tale, disparado um dos melhores fillers que tenho.


Foi uma partida rápida sem cubreadas, o que foi realmente estranho. Consegui fazer um combinho safado funcionar e ganhei a partida com 65 pontos. Em seguida, vieram Moreto (58), Fel (57), Chris (52) e Baiano (43).

Após o Fairy Tale, Chris e Baiano puxaram o carro. Moreto, Fel e eu pegamos o Gosu, mas um jogo que adoro mas que não jogava há muito.


A partida de Gosu foi realmente interessante. Na primeira rodada, consegui fazer um combo de goblins brancos, negros e vermelhos que me possibilitou continuar a comprar cartas e jogar, mesmo depois de Fel e Moreto terem parado. Venci a primeira grande batalha sem preocupações.

Entretanto, algo aconteceu na segunda rodada que fez com que o Fel enchesse o rabo de cartas, em torno de 15 (!!!!), o que para Gosu é um tremendo feito. Conseguiu montar a linha completa com todos os 15 goblins, ganhou a segunda grande batalha e o jogo no começo da terceira rodada, graças a uma carta do Moreto que adicionava mais uma condição de jogo.

A partida foi tão legal que me empolgou a comprar a expansão que está saindo, Gosu: Kamakor.

Logo depois foi a vez de Moreto debandar.

Fel e eu aproveitamos a oportunidade para testarmos uns decks que montamos de Game of Thrones - LCG numa partida de joust.


Escolhi a casa Greyjoy, enquanto Fel pegou a casa Martell. O baralho dele funcionou bem, mesmo com as alterações que tive de fazer; o meu, nem tanto. Infelizmente saíram apenas 4 personagens pra mim ao longo da partida e não houve muita coisa que eu pudesse fazer. Mas valeu pelo teste.

Fel ganhou a contenda com 15 pontos, enquanto consegui apenas 8.

Apesar da grande seqüência de piabas que levem ao longo do dia, foi uma tarde bem proveitosa, com 5 jogos em mesa.

sábado, 21 de maio de 2011

Combos nas Estrelas e Cubreadas Medievais

Depois de ter passado um bom tempo sem jogar nada, a joga de sexta foi bem relaxante.

Abrimos os trabalhos com uma partida de Star Wars Miniatures. Formamos dois times de 150 pontos: Chris e Baiano de um lado, jogando com a República; Lucas e eu de outro jogando com os Separatistas e Fringes.


Chris, como sempre, veio com aqueles combinhos safados e descarados que só ele consegue ver. Fulano que faz sinergia com Beltrano que dá bônus pro Ciclano e por aí vai. Os separatistas conseguiram causar algumas boas baixas e deram um trabalho no começo (principalmente por conta de meus mercenários e bounty hunters), mas o poder jedi acabou prevalescendo no final.

E sim, Chris Santos, quero revanche.

Assim que acabou a partida de SW Minis, Chris teve de puxar o carro. Mas aproveitamos para colocar em mesa o Talisman - 4a edição com Beto, que chegara neste meio tempo. Baiano jogou de Mago; Beto de Druida; Lucas de Monge; e eu de Menestrel.

Este tabuleiro tem uma mecânica bem diferente. Lembra um pouco o jogo da vida (rola o dado, anda aquela quantidade de casas e resolve os eventos - bons e ruins - que ocorrerem), mas a cubreada rola solta. É competitivo ao extremo.

Trata-se de uma corrida para ver quem chega no centro do tabuleiro (que é dividido em 3 regiões diferentes - círculo externo, círculo do meio e círculo interno) primeiro. Para tanto é necessário ter uma gama de itens, fazer uma penca de quests ou ter uma puta sorte.


Baiano saiu na frente e foi o primeiro a chegar ao centro do tabuleiro. Mas foi com muita sede ao pote e foi de vala. Lucas chegou algumas rodadas depois, seguido de perto por mim. Nessa hora, rola um lance de highlander, "só pode haver um". Aí vale de tudo: puxão de cabelo, tapa na cara e dedo no olho do adversário.

Beto chegou algumas rodadas depois, tomou uns trancos e tirou o time de campo.

A luta final acabou se resumindo entre Lucas e eu. Ele estava bem mais forte e não tive muita chance, não. Levei piaba.

Depois, como o Lucas era o único no centro do tabuleiro, lançou uma magia safada e o Beto se submeteu.

Após algum tempo, Talisman acaba se tornando realmente repetitivo. Mas vale a pena pelas cubreadas fortes e se você estiver jogando com o grupo certo de pessoas. Não é um jogo para todos. Fiquei sabendo que este jogo suporta até 6 pessoas ao mesmo tempo. Estou na pilha de ver como se desenrola.

domingo, 24 de abril de 2011

Tarde de Heroscape

Dando Continuidade às atividades lúdicas do feriado, ontem rolou uma visita à casa do Baiano no começo da tarde, meio que em cima da hora, para filar uma bóia do almoço e uma partida de Heroscape com o Maurício também.


Juntamos o Master Set 2: Swarm of the Marro (do Baiano) com o meu Master Set 3: Battle for the Underdark e montamos um mesão para nós três jogarmos um free-for-all.

Baiano montou seu grupo com as minis de heróis de seu Master Set. Montei um basicamente composto de drows elves com mais o dragão negro e o gigante do fogo. O Mau optou por um exército bem mais variado, usando de tudo um pouco, com maior destaque para seu Iron Golem e seu legionários romanos.

Como o Mau e o Baiano jogaram pela primeira vez, optamos for fazer uma partida mais rápida e simples, sem glyphs ou itens mágicos. O gatilho de final de jogo seria a eliminação de um exército inteiro de um  jogador. O vencedor seria aquele com o maior grupo restante (em pontos).

Mau e eu começamos a pancadaria logo na primeira rodada, enquanto o Baiano se aproximava com toda calma e tranqüilidade, até a hora em que mandei meu dragão em cima dele.

Acabei dividindo demais minhas forças e tive de lidar com dos grupos em dois locais diferentes, o que resultou na minha quase eliminação. Fiquei uma única mini, uma maga drow.

No momento em que Baiano e Mau se enfrentaram, aquele já estava mais debilitado, cortesia de minha humilde pessoa. O embate mais maneiro ficou por conta do Iron Golem do Mau contra o Major Q10 do Baiano.


Enquanto eles lutavam, me deram uma trégua, o que foi suficiente para atacar suas minis pelas costas (sim, sou um advogado jogando com drows. Você esperava outra coisa?). Foi o que precisava para sair do sufoco e matar as duas minis restantes do Baiano com meus ataques de veneno e garantir o segundo lugar, enquanto o Mau ganhava a partida.

Heroscape é um jogo do qual gosto muito. Tabuleiro modular 3D, minis bem feitas já pintadas, regras fáceis e intuitivas e batalhas rápidas e furiosas. Não é o suprassumo da estratégia, mas cumpre muito bem o papel que lhe foi designado.

Joguei menos do que gostaria até hoje. Mas, agora que caiu no gosto do Mau e do Baiano, tenho convicção de que este bom jogo de minis verá mesa com mais freqüência.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Santa Joga

Poucas maneiras melhores de se aproveitar um feriadão do que uma boa joga em casa. Aproveitei a oportunidade do feriado da Semana Santa pra chamar um pessoal pro Covil. Conforme a galera foi chegando, fomos montando nossas mesas.

Groo foi o primeiro a chegar, seguido de Baiano, Cleo e Moreto. Assim formamos nossa primeira partida do dia. O escolhido foi o Turned do autor Martin Norris.


Este é uma novidade trazida pelo Groo, que ganhou o prêmio de print & play da Ilha do Tabuleiro. É um jogo de zumbis interessante, onde não há rolamento de dados (!!!) e, uma vez infectado, o jogador vira um zumbi (situação que nunca vi em nenhum outro jogo do gênero). Quando isso ocorre, a missão do jogador, que antes era de fugir no prédio onde se encontra (seguindo cartas de "plano de fuga" - bem interessante), passa a ser de transformar os outros jogadores em zumbis (o mais interessante do jogo).

Como é uma versão print & play, não dá pra falar nada sobre os componentes, mas a jogabilidade é bem legal, apesar de achar que ainda pode ser melhorada.

O vencedor foi Moreto, que conseguiu seguir à risca uma das cartas de plano de fuga e saiu do prédio usando vários lençóis trançados.

Com a chegada dos Crises, abrimos o primeiro mesão do dia, com uma prata da casa: Red Dragon Inn.


Seguem os personagens usados por cada um dos jogadores:
Moreto - Bardo
Chris - Ladrão
Cristina - Ilusionista
Baiano - Mago
Zombie - Clériga
Cleo - Ogro
Groo - Anão

A partida foi totalmente atípica. Para começo de conversa, não fui eliminado na primeira rodada, então aproveitei pra tocar o maior zaralho na partida (afinal de contas, eu não iria durar mesmo...).

Minha primeira ação foi abrir uma rodada de apostas que foi aumentada 3 vezes, o que fez com que todos esvaziassem os bolsos, menos o Moreto, que acabou levando todo o ouro. Dispensável dizer que, depois dessa, minha popularidade caiu ainda mais.

Várias pessoas começaram a perigar pela falta de ouro, dentre elas, a Ilusionista da Cris Neves. Aproveitei a oportunidade para lhe tirar a última moeda e derrubar a lenda do Red Dragon Inn, que foi a primeira a sair, seguida de perto pela Cleo e pelo Groo, que também rodaram por falta de dinheiro.

Consegui me segurar heróica (e histericamente) até a 4a rodada, na qual fui derrubado pelo "teto-preto".

A final acabou rolando entre Baiano, Moreto e Chris Santos. Baiano acabou rodando pela falta de grana e Chris Santos acabou detonando o Moreto numa final muito emocionante.

Quando os dois últimos convidados da noite (Maurício e Cris) chegaram, pegamos o Sitting Ducks Deluxe, o qual o Groo teve muita boa vontade em traduzir todas as cartas do alemão original. Foram duas mesas seguidas, nas quais a galera se alternava para dar lugar aos que estavam de fora.


Na primeira mesa, Maurício jogou uma "gripe aviária" e matou quase todos os patos, restando apenas um pato do Groo, que levou a partida. Na segunda mesa, Moreto fez uso da mesma arma, mas conseguiu um resultado bem mais devastador: eliminou todos os patos de todos os jogadores, fazendo com que a partida acabasse sem nenhum vencedor.

Depois, montamos uma mega-mesa de Cash'n'Guns. Tivemos de usar a caixa dos Crises e a minha versão home-made by Baiano Productions para jogarmos nove ao mesmo tempo.


Usamos algumas regras da expansão Yakuzas e montamos 3 gangues de 3 jogadores cada: 1a - Baiano, Moreto e Zombie; 2a - Raphael, Cris Neves e Mau; 3a - Groo, Chris Santos e Cleo. Demos uma adaptada nas regras e mandamos bala. Literalmente.





Tivemos quatro mortes ao todo, em ordem: Mau, eu, Baiano e Cris Neves. Apenas a 3a gangue chegou ao final com todos os membros e, por via de conseqüência, venceu a partida com US$ 380.000. A 1a gangue terminou com US$ 140.000 e a 2a gangue ficou com US$ 50.000.

Finalizamos a noite com uma partida de 7 Wonders entre Groo, Chris Santos, Moreto, eu, Raphael e Baiano.


Tentei não focar no poderio militar e tentar outras estratégias. Tomei feio na cabeça e fiquei com o pior resultado que já tive numa partida de 7 Wonders. Pareceu até que o Fel (que fez uma visita de médico pra rever a galera) jogara no meu lugar ;-)

A partida terminou com Groo e Chris Santos empatados com 54 pontos (Groo venceu o desempate por ter mais peças de ouro); Moreto ficou logo atrás com 52; Baiano com 49; eu com 44; e Raphael com 43 pontos.

domingo, 17 de abril de 2011

Surra na Casa do Mau

Hoje rolou uma partida inesperada na casa do Mau de KillZone, uma variante de Warhammer 40K, que torna a partida mais ágil, rápida, dinâmica, menor e diminui em muito o downtime. Nas palavras de meu amigo Moreto, é uma "briga de faca no elevador".


Participamos Mau (de orks), Baiano (de Eldars), Luiz (de Imperial Guard Cadian) e eu (com um mix de várias minis imperiais).


Primeira partida, moleque-piranha que sou, resolvi partir pra cima e descobri que esse não é o forte dos Imperiais. Acabei levando tapa do Luiz e do Mau, enquanto Baiano ficava entocado.

Quando o Mau finalmente resolveu partir pra cima, eliminou quase me pelotão inteiro num assalto Ork, enquanto o Luiz deu o tiro de misericórdia com um morteiro. Quase rolou um player elimination na 3a rodada.

Deu a minha hora e fiz uma retirada estratégica. Nem sei quem ganhou a partida. Mas sei que levei uma surra!

sábado, 9 de abril de 2011

Joga da Preguiça

Depois de uma semana massacrante e de uma festa de aniversário que varou a madrugada de sexta para sábado, Warny e o resto de meus amigos que me perdoem, mas não tive pique pra partir para a Torre das Peças deste sábado. Em vez disso, chamei Moreto e Chris Santos para uma joga rápida aqui em casa na hora do almoço.

Começamos com o SmallWorld do Moreto, que até então ainda não vira mesa.


Primeira vez que jogo uma partida de 3 jogadores e o tamanho do tabuleiro (bem pequeno) realmente influencia. A pancada já começou a estancar desde a segunda rodada. Consegui utilizar quatro raças diferentes ao longo da partida. Nada de laço afetivo: declinava e mandava pra vala! Comecei com os Wizards (que não funcionaram direito porque Moreto tomou conta de dois pontos de magia e não largou do osso nem por um decreto), depois utilizei para os Tritões, passando pelos Ghouls e terminando com os gigantes. Moreto, no meio da partida, emendou um combo de ratos com poder de mercadores e ganhava cerca de 19 pontos por rodada. Christiano foi que ficou com uma mesma raça por mais tempo: manteve seus elfos por 7 rodadas, até conseguir atravessar o mapa, ligando mar e lagoa. Mas devo ter feito alguma coisa certa no meio do caminho, pois tive uma vitória apertada com 123 pontos; Moreto logo em segundo com 120 e Chris com 106.

Depois apresentei o 7 Wonders aos meus dois convidados.


Jogadores de Magic, habituados com a modalidade de draft, resultou numa learning session bem rápida.

Conseguimos jogar duas partidas. A primeira terminou com a vitória do Moreto com 54 pontos, seguido de perto por mim com 53 e Chris logo atrás com 31. Na segunda, Moreto conseguiu colocar uma distância maior entre o resto: terminou com 59, enquanto Chris e eu empatamos com 44 pontos. Realmente foi uma excelente compra; quanto mais jogo, mais gosto.

domingo, 3 de abril de 2011

OPINIÃO: Mudança de Paradigma no Segmento "Ameritrash"

Quando entrei para o mundo dos tabuleiros importados, nos idos de 2008, desde já a veia de ameritrasher mostrou a que veio.

Tentei, mesmo, por diversas vezes curtir masturbações mentais na hora de escolher se seria melhor plantar legumes ou verduras. Procurei diversão em gastar horas para solucionar se seria melhor criar gado ou javali duas rodadas depois. Mas não deu. Definitivamente não é pra mim. Ainda bem ;-).

Enfim, na aurora de minha iniciação lúdica, havia um nome realmente marcante para a minha predileção e que reinava supremo: a TWILIGHT CREATIONS, com seu carro-chefe Zombies!!! (que atualmente está na segunda edição e possui nove expansões).


Jogos de terror, cartas de efeito “Pokémon” e, muitos, muitos rolamentos de dados. Um verdadeiro caos, muitas cubreadas (apesar de só vir a conhecer esta expressão tempos depois, ela já rolava) e gargalhadas insanas.

Conforme o tempo foi passando, fui apurando o meu critério (sim, caros eurogamers, ameritrashers também possuem senso crítico) e descobri que meu ídolo tinha pés-de-barro: a regras contidas no manual eram dúbias e, por vezes, contraditórias; mecânicas quebradas; as FAQs eram maiores do que os próprios manuais; componentes de baixa qualidade; partidas que poderiam durar ad eternum por não se atingir o gatilho de final de jogo (eu mesmo já passei por várias situações nas quais as partidas duraram mais de duas horas e terminamos de comum acordo pois já perdera o fator diversão); etc.

Foi neste momento que descobri a novata FLYING FROG com seu então único título, o Last Night on Earth.


Chamou a atenção, desde logo, pela alta qualidade dos componentes (miniaturas, tabuleiros e cartas), pela jogabilidade mais redonda, um ótimo manual de regras, material gratuito disponível no site e, claro, muitos rolamentos de dados. De longe LNOE é melhor jogo de zumbis que já joguei.

A FLYING FROG não parou por aí. Lançou A Touch of Evil (uma redução do Arkham Horror), o Invasion from Outer Space (que usa a mesma mecânica do LNOE) e o Conquest of Planet Earth (onde jogamos com alienígenas que invadem a Terra). E vem uma big box a caminho: Fortune and Glory (jogo de caçadores de tesouros ambientado na década de 1930).

O valor da TWILIGHT CREATIONS no segmento ameritrash é inegável, mas, aparentemente, ela se recusa a aprender com os próprios erros. Neste meio tempo, a FLYING FROG continua a crescer, apresentando uma quantidade cada vez maior de títulos de alta qualidade.