Ontem rolou um KINGSBURG lá no COVIL DO ZOMBIE, com direito à expansão TO FORGE A REALM.
Compareceram Fel, Zé, Moreto e Dotto (esses últimos dois são amigos meus desde a época da escola e começaram a conhecer o novo universo dos tabuleiros por agora. Achei que o KINGBURG seria uma boa porta de entrada).
Desta vez usamos todo o conteúdo da expansão (não apenas os soldados, como da última vez) e jogamos até o final do quinto ano (o que já não fazíamos há um bom tempo, pois das outras vezes sempre havia um que era obrigado a se ausentar antes do final do jogo). A partida acabou por volta de 01:00 da manhã.
O Fel procedeu à explicação das regras para o Dotto e o Moreto e começamos a jogar.
Bom, partindo do princípio que um dos jogadores era o Fel, eu e o resto entramos para competir pelo segundo lugar.
Usei a carta da expansão chamada Fairy, que me concedia, a cada verão, um dado extra. Gostei dela pois independe de outras situações que podem ocorrer ou não e, convenhamos, um dado branco sempre ajuda.
A partida estava correndo muito bem para mim. Consegui resultados altos nos dados, tanto que passei a mão na bunda da Rainha por três vezes (pô, nem eu acreditei). Tivemos, inclusive, "um ano bom", carta da expansão onde todos os jogadores gnham um dado branco extra nas fases de produção. Amealhei vários "goods" e sempre fazia uma construção. Estava sempre no páreo pela liderança, alternando um empate na primeira posição (com o Zé ou o Moreto) ou uma vantagem de 2 pontos sobre o 2° colocado. Quando vi que o Fel estava em último, com uma diferença de 10 pontos do 3° colocado (Dotto), realmente acreditei que poderia levar a vitória e acabar com uma lenda. Ledo engano!
O cenário mudou compleamente a partir do início do quarto ano. O Rei ficou tão puto comigo que nenhum dos meus resultados posteriores nos dados ultrapassou a soma de 10. Eu não conseguia acreditar. Foi uma verdadeira praga.
Fel, que desde o começo do jogo vei falando que não conseguiria ganhar a partida, veio comendo pelas beiradas e deu uma arrancada no meio do III ano, inclusivo me roubando alguns conselheiros, como o Mago (eu não esqueci, Fel, e vc ainda me deve 4 peças de ouro!!!). Tudo começou a desmoronar e vi me sonho ruir quando Fel passou por nós todos e disparou na frente, sozinho, ganhando o jogo (novidade).
O placar final foi: Fel - 58 pontos; eu - 49; Moreto e Zé - 46; e Dotto - 37.
Com relação a esta partida, devo acrescentar que os monstros vieram fortes. Com exceção para o II ano, em todos os outros eles vieram com força total, o que eu nunca presenciara antes. Ainda bem que nosso exército estava forte e ninguém chegou a perder uma batalha.
Apesar do resultado previsível pela presença do Fel, a luta pelo segundo lugar foi bem emocionante.
Blog carioca voltado à difusão da atividade lúdica com resenhas, reports, impressões e demais objetos conexos.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Madrugada pós-Torre
Saindo da TORRE encontrei a Cecy para sairmos. Um casal de amigos (Leonardo e Nadine) e sua filha (Sophia) nos pegaram em casa para encontrarmos com o resto do pessoal para jogar boliche.
A noitada de boliche, porém, acabou furando e voltamos para a casa para uma noitada de jogos. Eles ainda não conhecem os jogos modernos e cuidamos de apresentá-los alguns.
Começamos com ESCALATION. Esse jogo realmente é muito bom. Todos entram no espírito e logo a sacanagem generalizada começou. Jogamos uma grande série de partidas.
Partimos, depois, para o BANG! THE BULLET. Usamos o básico com a expansão DODGE CITY. Eu fiquei com o ajudante de xerife; a Sophia pegou o xerife; Cecy e Leo pegaram os fora-da-lei; e a Nadine pegou o renegado. A Sophia não se ligou no jogo e acabou me matando, sendo penalizada com a perda de todas as suas cartas. A partir daí, virou alvo fácil. Não demorou muito para que a Cecy e o Leo completassem o serviço e ganhassem o jogo.
Terminamos a madrugada com uma partida de PICKOMINO. Durante um bom tempo, esquecemos o objetivo do jogo e entramos em disputas pessoais, todos querendo pegar as peças uns dos outros em vez de pegar as peças da mesa. Uma cubreada atrás da outra! A partida terminou com empate da Cecy e da Sophia.
A noitada de boliche, porém, acabou furando e voltamos para a casa para uma noitada de jogos. Eles ainda não conhecem os jogos modernos e cuidamos de apresentá-los alguns.
Começamos com ESCALATION. Esse jogo realmente é muito bom. Todos entram no espírito e logo a sacanagem generalizada começou. Jogamos uma grande série de partidas.
Partimos, depois, para o BANG! THE BULLET. Usamos o básico com a expansão DODGE CITY. Eu fiquei com o ajudante de xerife; a Sophia pegou o xerife; Cecy e Leo pegaram os fora-da-lei; e a Nadine pegou o renegado. A Sophia não se ligou no jogo e acabou me matando, sendo penalizada com a perda de todas as suas cartas. A partir daí, virou alvo fácil. Não demorou muito para que a Cecy e o Leo completassem o serviço e ganhassem o jogo.
Terminamos a madrugada com uma partida de PICKOMINO. Durante um bom tempo, esquecemos o objetivo do jogo e entramos em disputas pessoais, todos querendo pegar as peças uns dos outros em vez de pegar as peças da mesa. Uma cubreada atrás da outra! A partida terminou com empate da Cecy e da Sophia.
Tarde de Taberna da Torre
Neste sábado rolou mais uma edição da TORRE DAS PEÇAS (no 2° andar do BOB’S Tijuca, perto do Shopping Tijuca), evento organizado pelos amigos Fel e Warny.
Por conta da ressaca de jogos na noite anterior, cheguei por volta das 15:30, levando o LOOPIN’LOUIE que o Fel esquecera na minha casa. O segundo andar já estava quase todo tomado pelos jogadores.
Vi várias mesas rolando: DOMINION (Chris e Cris), ENDEAVOR (Chris, Warny e Vítor), NOTRE DAMME, STONE AGE (Groo), CARCASSONE, KINGSBURG (com a expansão TO FORGE A REALM) e AD ASTRA (Gláucio) me chamaram a atenção. Até o meu MALL OF HORROR viu mesa na noite de ontem e olha que nem fui eu quem puxou o jogo. Entretanto, até a hora em que fiquei (por volta das 18:30) não me lembro de ter visto nenhuma mesa de SMALLWORLD, e os jogadores não paravam de chegar e tomaram o segundo andar todo. Fel, fazendo o trabalho de mestre de cerimônia da noite, não parou um momento. Corria de um lado para o outro recepcionando os convidados, alocando os jogadores nas mesas e ensinando os novatos.
Quando cheguei, encontrei o Zé e puxamos um ESCALATION com a Pandora e o Ricardo. Eles ainda não conheciam o jogo, mas pegaram o jeito rapidinho e logo se amarraram. Jogamos várias vezes, nem consegui contar as pontuações individuais. A única coisa da qual me lembro foram as cubreadas do Zé durante todas as partidas e me enchendo o rabo de cartas
Depois tiramos a Cris da mesa de DOMINION (foi malz, Chris), juntamos mais três cabeças e abrimos uma mesa de RED DRAGON INN 1 e 2 com 8 caboclos! Foi muito bom!! Conseguimos usar os 8 personagens do jogo ao mesmo tempo. A maior dificuldade foi encontrar uma mesa com tamanho o suficiente para tanto. Esta proeza correu por conta do Ricardo.
A Cris, como sempre, pegou Eve, a ilusionista; eu testei a clériga, com quem ainda não havia jogado (particularmente, não apreciei muito); o Zé ficou com bardo; a Pâmela, com a guerreira; o Ricardo, com o meio-ogre; os outros três jogadores (cujos nomes, infelizmente, não me recordo) ficaram com ladino, o anão e o mago.
O jogo começou bem emocionante. Logo no começo iniciei uma rodada de aposta que me custou 5 das minhas peças de ouro e cuja vencedora foi a Pandora. Depois, rolou uma outra rodada de aposta vencida pelo Zé. Ricardo e eu fomos os maiores prejudicados: antes de chegar no turno do Ricardo, ele estava com 2 peças de ouro e eu com 3. Mas o Ricardo, usando o seu meio-ogre, conseguiu vencer numa competição de bebidas e ganhou uma peça de ouro de cada um dos jogadores. Quando o meu turno chegou de novo, consegui uma carta que me garantiu duas peças de ouro e me garantiu uma sobre-vida.
Duas rodadas depois, a Cris, usando a sua ilusionista desgraçada, começou uma nova rodada de apostas e aumentou as apostas duas vezes e ganhou com uma carta de trapaça. Deixou-me liso que nem bunda de neném. Numa mesma porrada ela conseguiu me tirar do jogo, junto com o anão. O mago levou uma seqüência de bebidas de alto teor alcoólico e uns tapas, o que o tornou um alvo fácil para os outros jogadores; geral concentrou nele e foi derrotado pelo teto preto (quando o nível de fortitude e o de graduação alcoólica se encontram). Chegou na minha hora e tive que ir embora levando o jogo antes que a partida terminasse, salvando a Cris de ser derrotada pelo teto preto.
Na saída, encontrei o amigo Alexander, organizador do CASTELO DAS PEÇAS. Coloquei as fotos que tirei na TORRE DAS PEÇAS aqui no blog.
Por conta da ressaca de jogos na noite anterior, cheguei por volta das 15:30, levando o LOOPIN’LOUIE que o Fel esquecera na minha casa. O segundo andar já estava quase todo tomado pelos jogadores.
Vi várias mesas rolando: DOMINION (Chris e Cris), ENDEAVOR (Chris, Warny e Vítor), NOTRE DAMME, STONE AGE (Groo), CARCASSONE, KINGSBURG (com a expansão TO FORGE A REALM) e AD ASTRA (Gláucio) me chamaram a atenção. Até o meu MALL OF HORROR viu mesa na noite de ontem e olha que nem fui eu quem puxou o jogo. Entretanto, até a hora em que fiquei (por volta das 18:30) não me lembro de ter visto nenhuma mesa de SMALLWORLD, e os jogadores não paravam de chegar e tomaram o segundo andar todo. Fel, fazendo o trabalho de mestre de cerimônia da noite, não parou um momento. Corria de um lado para o outro recepcionando os convidados, alocando os jogadores nas mesas e ensinando os novatos.
Quando cheguei, encontrei o Zé e puxamos um ESCALATION com a Pandora e o Ricardo. Eles ainda não conheciam o jogo, mas pegaram o jeito rapidinho e logo se amarraram. Jogamos várias vezes, nem consegui contar as pontuações individuais. A única coisa da qual me lembro foram as cubreadas do Zé durante todas as partidas e me enchendo o rabo de cartas
Depois tiramos a Cris da mesa de DOMINION (foi malz, Chris), juntamos mais três cabeças e abrimos uma mesa de RED DRAGON INN 1 e 2 com 8 caboclos! Foi muito bom!! Conseguimos usar os 8 personagens do jogo ao mesmo tempo. A maior dificuldade foi encontrar uma mesa com tamanho o suficiente para tanto. Esta proeza correu por conta do Ricardo.
A Cris, como sempre, pegou Eve, a ilusionista; eu testei a clériga, com quem ainda não havia jogado (particularmente, não apreciei muito); o Zé ficou com bardo; a Pâmela, com a guerreira; o Ricardo, com o meio-ogre; os outros três jogadores (cujos nomes, infelizmente, não me recordo) ficaram com ladino, o anão e o mago.
O jogo começou bem emocionante. Logo no começo iniciei uma rodada de aposta que me custou 5 das minhas peças de ouro e cuja vencedora foi a Pandora. Depois, rolou uma outra rodada de aposta vencida pelo Zé. Ricardo e eu fomos os maiores prejudicados: antes de chegar no turno do Ricardo, ele estava com 2 peças de ouro e eu com 3. Mas o Ricardo, usando o seu meio-ogre, conseguiu vencer numa competição de bebidas e ganhou uma peça de ouro de cada um dos jogadores. Quando o meu turno chegou de novo, consegui uma carta que me garantiu duas peças de ouro e me garantiu uma sobre-vida.
Duas rodadas depois, a Cris, usando a sua ilusionista desgraçada, começou uma nova rodada de apostas e aumentou as apostas duas vezes e ganhou com uma carta de trapaça. Deixou-me liso que nem bunda de neném. Numa mesma porrada ela conseguiu me tirar do jogo, junto com o anão. O mago levou uma seqüência de bebidas de alto teor alcoólico e uns tapas, o que o tornou um alvo fácil para os outros jogadores; geral concentrou nele e foi derrotado pelo teto preto (quando o nível de fortitude e o de graduação alcoólica se encontram). Chegou na minha hora e tive que ir embora levando o jogo antes que a partida terminasse, salvando a Cris de ser derrotada pelo teto preto.
Na saída, encontrei o amigo Alexander, organizador do CASTELO DAS PEÇAS. Coloquei as fotos que tirei na TORRE DAS PEÇAS aqui no blog.
Tríplice Coroa do Fel
Nesta sexta rolou uma joga lá em casa. A Cecy me deu a noite livre e armei uma parada lá em casa. Compareceram o Fel, o Chris e o Zé.
Abrimos a noite com o CHAOS IN THE OLD WORLD. Como o jogamos errado na semana passada, com a variante apelidada de “Caos na Bahia” (em homenagem ao criador da mesma, Luciano Baiano), geral tava na pilha de jogar com as regras novas, ou melhor, certas.
Cabe aqui um pequeno comentário: o Chris salvou a noite. O Fel esqueceu as regras do jogo em casa e ainda estou sem internet na minha. Se não fosse pelo minimodem USB da TIM que o Chris levara, nem teria rolado este tabuleiro. Com o acesso a internet, baixamos as regras e o FAQ e jogamos tranqüilos.
A mudança principal foi com relação às regras de conjuração e movimentação dos asseclas dos demônios. Tanto para conjurar quanto para movimentar as peças pelo tabuleiro, paga-se o custo da conjuração, o que não estava sendo feito antes. Pagava-se apenas o custo da conjuração e a movimentação era livre.
A segunda mudança foi a da colocação da peças no tabuleiro: antes, cada um dos demônios, começando por Khorne, colocava tudo o que tinha direito na mesa, depois outro demônio o fazia e assim por diante. A regra certa é muito mais equilibrada e estratégica. Cada demônio, a começar por Khorne, coloca UMA peça ou carta no tabuleiro e passa a vez para o próximo. Depois que os outros tiverem posto uma carta ou peça, Khorne coloca de novo e por aí vai, até que todos os jogadores tenham completado a sua jogada.
Essas duas “mudanças” serviram para facilitar em muito a vida de Khorne, pois evita a debandada generalizada que todos faziam quando os asseclas do primeiro adentravam uma região para espancar ou outros.
A última mudança foi no combate. O atacante distribui o dano e não o defensor.
Enfim, após estes esclarecimentos novos e setup da mesa pronto, escolhemos nossos demônios. Eu fiquei com Khorne, Chris com Nurgle, Zé com Tzennch e Fel com Slaanesh.
A maioria das cartas do Velho Mundo que saíram não chegaram a atrapalhar muito, apenas uma delas me prejudicou por duas rodadas (o que é muito tempo), limitando os dados de combate para apenas um em 2 regiões diferentes do mapa, justamente as mais povoadas de adversários, o que foi uma grande sacanagem pra mim, que estava jogando com o Khorne.
O jogo acabou na 5ª rodada, com a vitória de Fel Slanesh que, apesar de ter 29 pontos de vitória, conseguiu completar a volta do Disco de Ameaça antes dos outros. O Chris terminou em segundo com 63 pontos, em fiquei em terceiro com 37 (e faltando apenas mais duas giradas no Disco) e Zé ficou em último com 10 pontos de vitória.
Montamos o LOOPIN’LOUIE em seguida. A Cecy, que chegou no meio da noite e não conhecia, também jogou um pouco (gravei esta partida e coloquei o vídeo no YOUTUBE. Segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=7p2siBbOamU).
Estabelecemos uma pontuação objetivo (no caso, 10 pontos) para fazer o jogo durar por várias rodadas. Terminou com vitória do Fel com os 10 pontos, fiquei em segundo com 4, Chris e Zé ficaram em terceiro com 2 pontos.
Fechamos a noite com uma partida de NO THANKS, um bom filler (gravei a explicação das regras e coloquei o vídeo no YOUTUBE. Segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=Nn1sgml8Rvw).
Vitória (de novo) do Fel com 11 pontos. Fiquei em segundo com 24 (pontuação inglória), Zé em terceiro com 43 e Chris em último com 50.
Depois que Fel puxou o carro sob o pretexto de se preparar para a TORRE DAS PEÇAS (na verdade ele preferiu sair enquanto ainda estava por cima), Chris, Zé e eu jogamos mais alguns fillers.
O primeiro foi o ZIEGEN KRIEGEN que, na minha opinião, é um dos melhores da alemã AMIGO. Nosso objetivo é colocar o maior número possível de bodes numa montanha sem estourar a lotação, que é estabelecida na quarta rodada. A partir daí, o jogo segue por mais quatro rodadas, onde os jogadores tentam pegar mais bodes, estourar os outros e evitar estourar. O Zé ganhou as três partidas.
Após, jogamos uma partida tripla de ESCALATION. Zé ganhou com 31 pontos, fiquei em segundo com 67 e Chris em terceiro com 70 pontos.Para terminar a noite, apresentei o ZOMBIE FLUXX, um divertido cardgame de zumbis onde tanto as regras quanto o objetivo mudam a cada rodada. O Zé, em noite inspirada, ganhou a primeira partida e o Chris levou a segunda.
Abrimos a noite com o CHAOS IN THE OLD WORLD. Como o jogamos errado na semana passada, com a variante apelidada de “Caos na Bahia” (em homenagem ao criador da mesma, Luciano Baiano), geral tava na pilha de jogar com as regras novas, ou melhor, certas.
Cabe aqui um pequeno comentário: o Chris salvou a noite. O Fel esqueceu as regras do jogo em casa e ainda estou sem internet na minha. Se não fosse pelo minimodem USB da TIM que o Chris levara, nem teria rolado este tabuleiro. Com o acesso a internet, baixamos as regras e o FAQ e jogamos tranqüilos.
A mudança principal foi com relação às regras de conjuração e movimentação dos asseclas dos demônios. Tanto para conjurar quanto para movimentar as peças pelo tabuleiro, paga-se o custo da conjuração, o que não estava sendo feito antes. Pagava-se apenas o custo da conjuração e a movimentação era livre.
A segunda mudança foi a da colocação da peças no tabuleiro: antes, cada um dos demônios, começando por Khorne, colocava tudo o que tinha direito na mesa, depois outro demônio o fazia e assim por diante. A regra certa é muito mais equilibrada e estratégica. Cada demônio, a começar por Khorne, coloca UMA peça ou carta no tabuleiro e passa a vez para o próximo. Depois que os outros tiverem posto uma carta ou peça, Khorne coloca de novo e por aí vai, até que todos os jogadores tenham completado a sua jogada.
Essas duas “mudanças” serviram para facilitar em muito a vida de Khorne, pois evita a debandada generalizada que todos faziam quando os asseclas do primeiro adentravam uma região para espancar ou outros.
A última mudança foi no combate. O atacante distribui o dano e não o defensor.
Enfim, após estes esclarecimentos novos e setup da mesa pronto, escolhemos nossos demônios. Eu fiquei com Khorne, Chris com Nurgle, Zé com Tzennch e Fel com Slaanesh.
A maioria das cartas do Velho Mundo que saíram não chegaram a atrapalhar muito, apenas uma delas me prejudicou por duas rodadas (o que é muito tempo), limitando os dados de combate para apenas um em 2 regiões diferentes do mapa, justamente as mais povoadas de adversários, o que foi uma grande sacanagem pra mim, que estava jogando com o Khorne.
O jogo acabou na 5ª rodada, com a vitória de Fel Slanesh que, apesar de ter 29 pontos de vitória, conseguiu completar a volta do Disco de Ameaça antes dos outros. O Chris terminou em segundo com 63 pontos, em fiquei em terceiro com 37 (e faltando apenas mais duas giradas no Disco) e Zé ficou em último com 10 pontos de vitória.
Montamos o LOOPIN’LOUIE em seguida. A Cecy, que chegou no meio da noite e não conhecia, também jogou um pouco (gravei esta partida e coloquei o vídeo no YOUTUBE. Segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=7p2siBbOamU).
Estabelecemos uma pontuação objetivo (no caso, 10 pontos) para fazer o jogo durar por várias rodadas. Terminou com vitória do Fel com os 10 pontos, fiquei em segundo com 4, Chris e Zé ficaram em terceiro com 2 pontos.
Fechamos a noite com uma partida de NO THANKS, um bom filler (gravei a explicação das regras e coloquei o vídeo no YOUTUBE. Segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=Nn1sgml8Rvw).
Vitória (de novo) do Fel com 11 pontos. Fiquei em segundo com 24 (pontuação inglória), Zé em terceiro com 43 e Chris em último com 50.
Depois que Fel puxou o carro sob o pretexto de se preparar para a TORRE DAS PEÇAS (na verdade ele preferiu sair enquanto ainda estava por cima), Chris, Zé e eu jogamos mais alguns fillers.
O primeiro foi o ZIEGEN KRIEGEN que, na minha opinião, é um dos melhores da alemã AMIGO. Nosso objetivo é colocar o maior número possível de bodes numa montanha sem estourar a lotação, que é estabelecida na quarta rodada. A partir daí, o jogo segue por mais quatro rodadas, onde os jogadores tentam pegar mais bodes, estourar os outros e evitar estourar. O Zé ganhou as três partidas.
Após, jogamos uma partida tripla de ESCALATION. Zé ganhou com 31 pontos, fiquei em segundo com 67 e Chris em terceiro com 70 pontos.Para terminar a noite, apresentei o ZOMBIE FLUXX, um divertido cardgame de zumbis onde tanto as regras quanto o objetivo mudam a cada rodada. O Zé, em noite inspirada, ganhou a primeira partida e o Chris levou a segunda.
domingo, 4 de outubro de 2009
Caos no Chaos
Neste finde o Baiano inaugurou o seu CHAOS IN THE OLD WORLD.
De cara, o jogo impressiona pelo visual. A FANTASY FLIGHT GAMES realmente caprichou em tudo, desde as miniaturas, passando pelos cards, chegando ao tabuleiro que é realmente muito bonito.
No jogo, cd um dos jogadores interpreta um dos 4 grande demônios da mitologia de WARHAMMER e nosso objetivo é trazer o caos para o Antigo Mundo, corrompendo os seus vários territórios. Além dos jogadores se enfrentarem, têm de lidar com revolta de camponeses, nobres e heróis, que tentam jogar água no nosso vinho. Existem as cartas de evento que, em sua maioria, apenas serverm para dificultar nosso trabalho. E, ainda, há um limitador de tempo: se nenhum jogador ganhar em 7 rodadas, o jogo termina e os vilões (no caso, os jogadores) perdem.
A partida que jogamos durou 5 rodadas, com vitória do Fel com 56 pontos de vitória; Baiano e Zé ficaram praticamente empatados, cada um com 30 e poucos pontos; eu fiquei em último com 25 pontos.
Ainda não dá pra fazer uma resenha do jogo, porque jogamos muita coisa errada, o que somente foi percebido quando acabamos de jogar e percebemos que havia algumas pontas soltas. Fel resolver reler manual e percebeu que REALMENTE jogamos algumas coisas erradas. Mas o jogo realmente é bom.
Os quatro demônios são diferentes em tudo. Cada um possui um deck próprio de magias, a quantidade de asseclas é diferente e as características dos mesmos tb são diferentes, o que faz com que cada um tenha que jogar de uma maneira diferente, de acordo com o demônio que pega.
Pretendo jogá-lo de novo, com as regras certas, pois pelo pouco que percebemos, cd um dos pequenos detalhes que erramos faz uma grande diferença dentro do contexto geral do jogo.
De cara, o jogo impressiona pelo visual. A FANTASY FLIGHT GAMES realmente caprichou em tudo, desde as miniaturas, passando pelos cards, chegando ao tabuleiro que é realmente muito bonito.
No jogo, cd um dos jogadores interpreta um dos 4 grande demônios da mitologia de WARHAMMER e nosso objetivo é trazer o caos para o Antigo Mundo, corrompendo os seus vários territórios. Além dos jogadores se enfrentarem, têm de lidar com revolta de camponeses, nobres e heróis, que tentam jogar água no nosso vinho. Existem as cartas de evento que, em sua maioria, apenas serverm para dificultar nosso trabalho. E, ainda, há um limitador de tempo: se nenhum jogador ganhar em 7 rodadas, o jogo termina e os vilões (no caso, os jogadores) perdem.
A partida que jogamos durou 5 rodadas, com vitória do Fel com 56 pontos de vitória; Baiano e Zé ficaram praticamente empatados, cada um com 30 e poucos pontos; eu fiquei em último com 25 pontos.
Ainda não dá pra fazer uma resenha do jogo, porque jogamos muita coisa errada, o que somente foi percebido quando acabamos de jogar e percebemos que havia algumas pontas soltas. Fel resolver reler manual e percebeu que REALMENTE jogamos algumas coisas erradas. Mas o jogo realmente é bom.
Os quatro demônios são diferentes em tudo. Cada um possui um deck próprio de magias, a quantidade de asseclas é diferente e as características dos mesmos tb são diferentes, o que faz com que cada um tenha que jogar de uma maneira diferente, de acordo com o demônio que pega.
Pretendo jogá-lo de novo, com as regras certas, pois pelo pouco que percebemos, cd um dos pequenos detalhes que erramos faz uma grande diferença dentro do contexto geral do jogo.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
11° TORRE DAS PEÇAS - ajudando na divulgação
Pessoal,
tô dando minha contribuição na divulgação de mais um evento lúdico carioca, a Torre das Peças, organizada por Fel e Warny. As informações que seguem foram extraídas diretamente do site do evento: http://torredaspecas.blogspot.com/
E ae pessoal!Convidamos a todos para a realização da 11ª Torre das Peças (evento de jogos de tabuleiro modernos), no dia 10/10/2009, no Bob's Off Shopping. Esperamos todos por lá! O evento é grátis!10ª Torre das PeçasData: 10/10/2009Horário: 14:00h às 22:00hBob's Off ShoppingRua Barão de Mesquita, 320 - Tijuca - Rio de JaneiroOBS: Apesar do evento acabar oficialmente às 22:00h, muitas pessoas costumam continuar jogando até 06:00h.
Warny Marçano
Fel Barros
Torre das Peças
Compareçam e fortaleçam.
tô dando minha contribuição na divulgação de mais um evento lúdico carioca, a Torre das Peças, organizada por Fel e Warny. As informações que seguem foram extraídas diretamente do site do evento: http://torredaspecas.blogspot.com/
E ae pessoal!Convidamos a todos para a realização da 11ª Torre das Peças (evento de jogos de tabuleiro modernos), no dia 10/10/2009, no Bob's Off Shopping. Esperamos todos por lá! O evento é grátis!10ª Torre das PeçasData: 10/10/2009Horário: 14:00h às 22:00hBob's Off ShoppingRua Barão de Mesquita, 320 - Tijuca - Rio de JaneiroOBS: Apesar do evento acabar oficialmente às 22:00h, muitas pessoas costumam continuar jogando até 06:00h.
Warny Marçano
Fel Barros
Torre das Peças
Compareçam e fortaleçam.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Noite de Intriga cabalística
Ontem rolou uma partida inesperada de DOMINION: INTRIGUE. Pois é, a semana foi boa.
Fel e Baiano me ligaram do nada e jogamos uma rapidinha de INTRIGUE, com a vã esperança de que teríamos uma chance contra o Fel.
As cartas sorteadas foram: masquerade, great hall, steward, iron works, mining village, torturer, trading post, duke, upgrade e harem.
Com o pouco dinheiro inicial, comecei comprando o minning village. Quando este acabou, passei a comprar o iron works. Quando rolava mais dinheiro, partia para o ataque comprando o torturer, a fim de dar uma cubreada na galera. Se a grana tava curta, levava o great hall mesmo.
O Baiano torrou o saco da galera com a porra do masquerade, o que me obrigou a perder alguns pontos de vitória e peças de cobre.
O Fel atacou de tradding post para se livrar dos pontos negativos (que ganhou por causa do torturer) por peças de prata. Fez a mesma estratégia para trocar as peças de cobre pelas de prata.
O final acabou sendo o esperado: vitória do Fel. Ele ficou em 1° lugar com 28 pontos; fiquei em segundo com 14 pontos; e Baiano em terceiro com 7 pontos. Resultado cabalístico, não?
Fel e Baiano me ligaram do nada e jogamos uma rapidinha de INTRIGUE, com a vã esperança de que teríamos uma chance contra o Fel.
As cartas sorteadas foram: masquerade, great hall, steward, iron works, mining village, torturer, trading post, duke, upgrade e harem.
Com o pouco dinheiro inicial, comecei comprando o minning village. Quando este acabou, passei a comprar o iron works. Quando rolava mais dinheiro, partia para o ataque comprando o torturer, a fim de dar uma cubreada na galera. Se a grana tava curta, levava o great hall mesmo.
O Baiano torrou o saco da galera com a porra do masquerade, o que me obrigou a perder alguns pontos de vitória e peças de cobre.
O Fel atacou de tradding post para se livrar dos pontos negativos (que ganhou por causa do torturer) por peças de prata. Fez a mesma estratégia para trocar as peças de cobre pelas de prata.
O final acabou sendo o esperado: vitória do Fel. Ele ficou em 1° lugar com 28 pontos; fiquei em segundo com 14 pontos; e Baiano em terceiro com 7 pontos. Resultado cabalístico, não?
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